Este trabalho não tem a pretensão de abranger todas as questões envolvidas em Metodologia Científica. Trata-se, tão somente, de uma ajuda para consulta por parte dos acadêmicos (estudantes universitários) dos cursos de graduação. Qualquer aprofundamento teórico ou prático deverá ser buscado na bibliografia sugerida no final deste trabalho.

Nossa intenção foi apenas facilitar a busca dos estudantes no que diz respeito aos trabalhos de pesquisa acadêmica. A estrutura deste trabalho, por si só, serve de modelo para um trabalho realizado em sala de aula. Além disso, procuramos apresentar e explicar as regras para cada parte de um trabalho científico.

Baseados em observações próprias, sem conotação científica, notamos que a disciplina de Metodologia Científica é uma das mais rejeitadas pelos alunos em praticamente todos os cursos de graduação. É, mais ou menos, como o velho chavão do "odeio matemática", mesmo que a matemática não seja tão terrível assim.

Na verdade, essa rejeição não se dá pela disciplina em si, já que seu conteúdo é simples e até mesmo primário; a rejeição só pode se tornar efetiva, real, por responsabilidade única da didática aplicada pelos professores que ministram as aulas que tratam de métodos de pesquisa.
A disciplina Metodologia Científica é iminentemente prática e deve estimular os alunos para que busquem motivações para encontrar respostas as suas dúvidas. Se estamos nos referindo a uma disciplina engajada num curso superior, estamos, concomitantemente, referindo-nos a uma Academia de Ciência e, como tal, as respostas dadas às dúvidas primeiras devem ser buscadas através do rigor científico e apresentadas através das normas acadêmicas vigentes.

Dito isto, parece que fica claro que metodologia científica não é um simples conteúdo a ser decorado pelos alunos, para ser verificado num dia de prova; trata-se de fornecer aos alunos um instrumental indispensável para que sejam capazes de atingir os objetivos da Academia, que são o estudo e a pesquisa em qualquer área.

Procuramos, na medida do possível, seguir rigorosamente as regras definidas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT, para elaboração de trabalhos científicos. Caso alguma regra não esteja sendo cumprida, a responsabilidade é da desatenção do autor.

Quando falamos de um curso superior, estamos nos referindo, indiretamente, a uma Academia de Ciências, já que qualquer Faculdade nada mais é do que o local próprio da busca incessante do saber científico. Neste sentido, esta disciplina tem uma importância fundamental na formação do profissional. Mas aprender a pesquisar é muito fácil.

 

ESTRUTURA DO TRABALHO

DIVISÃO DO TRABALHO

APRESENTAÇÃO FÍSICA

NUMERAÇÃO PROGRESSIVA

APRESENTAÇÃO DE CITAÇÕES EM DOCUMENTOS

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

PUBLICAÇÃO PERIÓDICA

DOCUMENTO ELETRÔNICO

BIBLIOGRAFIA

ANEXOS

 USO DE TERMOS EM LATIM

LIVROS

REVISÃO DA LITERATURA

CAPA

OBJETIVOS

ESCOLHA DO TEMA

PROBLEMA

HIPÓTESE

JUSTIFICATIVA

QQUESTIONÁRIO

METODOLOGIA

FOLHA DE ROSTO

A INTERNET

TÉCNICA DE COLETA DE DADOS

ESQUEMA DE TRABALHO

ENTREVISTA

DEDICATÓRIA

FORMATO

AGRADECIMENTO

ESTRUTURA DE APRESENTAÇÃO

DISS. TES NA REFERÊNCIA

ARTIGOS REVISTA JORNAL

SUMÁRIO

GLOSSÁRIO

PUBLICAÇÃO DE PERIÓDICOS

EXPRESSÕES LATINAS

ARTIGO

DISSERTAÇÃO

ENSAIO

FICHAMENTO

MONOGRAFIA

PAPER

RESUMO

RESENHA

TCC

TESE

LATU SENSU

STRITU SENU

ABREVIAÇÃO DE MESTRE ABREVIAÇÃO DE DOUTORADO

CONSULTE ITEM POR ITEM A CIMA

 

 

 

12. TODAS AS NORMAS TÉCNICAS DA ABNT

NORMAS ABNT

[Conheça as Normas Técnicas]

NORMAS ABNT .
[Normas Técnicas]

Estrutura do trabalho científico e acadêmico.

1.1 CAPA: é a proteção externa do trabalho, normalmente padronizada pelos curso.

1.2 FOLHA DE ROSTO: é a folha que apresenta os elementos essenciais à identificação do trabalho (anexo A e B)

1.3 VERSO DA FOLHA DE ROSTO: ficha catalográfica.

1.4 FOLHA DE APROVAÇÃO: autor, título, aprovado em ... , nome do orientador, banca examinadora.

1.5 DEDICATÓRIA: a critério do autor.

1.6 AGRADECIMENTO: é interessante que sejam feitos agradecimentos a pessoas e instituições

1.7 SUMÁRIO: relação das principais divisões do trabalho na ordem em que aparecem no texto.

1.8 LISTA DE ILUSTRAÇÕES: localiza-se após o sumário, em página própria. Relaciona figuras, tabelas, quadros e gráficos, na ordem em que aparecem no texto, indicando o número, o título e a página onde se encontram (Anexo C). Se houver poucas ilustrações de cada tipo, todas podem ser colocadas em uma página só.

1.9 LISTA DE SIGLAS, ABREVIATURAS E SÍMBOLOS: devem ser ordenadas alfabeticamente, seguidas de seus significados. Usar uma nova página para cada lista (NB – 14:08.05.001).

1.10 RESUMO: é a apresentação resumida, clara e concisa do texto, destacando-se os aspectos de maior interesse e importância. Deve ser redigida de forma impessoal, não excedendo 500 palavras. O resumo deve ressaltar o objetivo, o método, os resultados e as conclusões do trabalho.

1.11 ABSTRACT: é a tradução para uma língua estrangeira do resumo.

 

 

O trabalho é dividido em introdução, texto e pós-texto.

2.1 INTRODUÇÃO: onde é definido o propósito do trabalho e como pretende-se desenvolvê-lo.

2.2 TEXTO

2.2.1 CORPO DO TRABALHO: é o texto propriamente dito, onde o assunto é apresentado e desenvolvido.

2.1.2 CONCLUSÃO: fecha com a introdução e diz o que foi pretendido, o que foi alcançado e em que grau.

2.3 PÓS-TEXTO

2.3.1 BIBLIOGRAFIA OU REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA: consultada, citada ou recomendada.

2.3.2 ANEXOS: todo o material que poderia estar no texto, mas por algum motivo é deslocado para aqui. A indicação dos anexos é feita com letras maiúsculas. Ex.: Anexo A, Anexo B.

2.3.3 APÊNDICES: o que não é fundamental ao texto, mas que pode servir de apoio ao mesmo.

2.4 GLOSSÁRIO: lista em ordem alfabética de palavras especiais, pouco conhecidas, obscuras ou de uso restrito.

2.5 ÍNDICE: colocado no final do trabalho, é remissivo ao texto, podendo ser por autor, assunto, palavras-chave etc.

2.6 NOTAS DE RODAPÉ: destinam-se a prestar esclarecimentos, comprovar uma afirmação ou justificar uma informação que não deve ser incluída no texto. As notas devem limitar-se ao mínimo necessário. As notas de rodapé são colocadas no pé da página, separadas do texto por uma linha de aproximadamente 1/3 da largura útil da página, a partir da margem esquerda. A indicação da remissiva para rodapé deve ser feita com números em expoente.
Exemplo: ( ² )

3.1 PAPEL: A4 (210x297mm)

3.2 ESPAÇOS: no texto, usar preferencialmente o espaço duplo (2 cm) ou um e meio (1,5 cm), dependendo exclusivamente do que determina sua faculdade ou professor. Nas citações até quatro linhas, usar aspas e espaços iguais ao texto. Nas que tiverem mais de quatro linhas, usar espaço um e margem à esquerda de (15). O fim de uma seção e o cabeçalho da próxima são separados por espaços extras.

Observação: quando uma seção terminar próxima ao fim de uma página, colocar o cabeçalho da próxima seção na página seguinte.

3.3 MARGENS: superior e esquerda, 3 cm; inferior e direita, 2 ou 2,5 cm.

3.4 PAGINAÇÃO: seqüencial ao alto e à direita da folha, em algarismos arábicos, aparecendo a indicação e contando as páginas a partir do texto. Bibliografia, anexos, apêndices, glossário, índice etc. devem ser incluídos na numeração seqüencial das páginas.

3.5 LETRAS: usar um tipo de letra que seja de fácil leitura (Times New Roman ou Arial). Evitar usar itálico no texto: use somente um tipo e normal

A numeração progressiva tem por objetivo descrever as partes de um documento, de modo a permitir a exposição mais clara das divisões e subdivisões do texto, a seqüência, importância e inter-relacionamento da matéria e permitir a localização imediata de cada parte.

4.1 SEÇÕES: são as partes em que se divide o texto de um documento.

4.2 SEÇÕES PRIMÁRIAS: principais divisões do texto de um documento, denominadas "capítulos".

seção primária: 1

4.3 SEÇÕES SECUNDÁRIAS, TERCIÁRIAS, QUATERNÁRIAS, QUINÁRIAS: divisões de texto de uma seção primária, secundária, terciária etc., respectivamente.

seção secundária: 1.1 ou 1.1.1.

São empregados algarismos arábicos na numeração.

1.2.3.4.

Pode ser usada letra maiúscula do alfabeto latino, seguido de parênteses para subdividir itens que são importantes, mas que não são considerados seções.

Ex.: capítulo 1

seção 1.1

alínea a)

Recomenda-se não subdividir demasiadamente as seções, a fim de que a clareza e a concisão do texto não sejam comprometida.

Menção no texto de uma informação colhida em outra fonte. Pode ser uma transcrição ou paráfrase, direta ou indireta, de fonte escrita ou oral.

As citações são elementos (partes, frases, parágrafos etc.) retirados dos documentos pesquisados durante a leitura da documentação e que se revelam úteis para sustentar o que se afirma pelo autor no decorrer do seu raciocínio. Ex.: (SEVERINO, 1992, p. 85). "As citações bibliográficas devem ser: exatas, precisas, e averiguáveis por todos. Através delas é possível identificar e localizar a fonte." Elas podem aparecer no texto (autor, ano, páginas) ou em notas de rodapé.Lembrando que dentro de parênteses o nome do autor aparecerá em CAIXA ALTA.

5.1 TIPOS DE CITAÇÃO

5.1.1 CITAÇÕES FORMAIS OU DIRETAS OU TRANSCRIÇÃO: quando transcrevem literalmente trechos de obras. Devem aparecer entre aspas, respeitando pontuação e ortografia. São apresentadas em forma de referências bibliográficas, acompanhadas de indicações exatas dos documentos de onde foram recolhidas, uma vez que "a virtude fundamental do citador é a fidelidade" (SALVADOR 1978, p. 206)

5.1.2 CITAÇÕES CONCEPTUAIS OU INDIRETAS OU PARÁFRASE; CITAÇÃO LIVRE DO TEXTO: quando sínteses pessoais reproduzem fielmente as idéias de outros autores. Não é necessário indicar a página, simplesmente o sobrenome do autor e a data de publicação do trabalho. Ex.: conforme Fontes (1987).

Em caso de citação de dois ou mais trabalhos do mesmo autor com o mesmo ano de publicação, diferenciar cada um utilizando letras minúsculas junto a data.

Ex.: Souza, 1978

000Souza, 1978a

5.1.3 CITAÇÃO DE CITAÇÃO: quando for absolutamente indispensável a menção a um trabalho ao qual o autor não teve acesso, mas do qual tomou conhecimento apenas por estar citado em outra publicação. Para simplificar a forma de apresentação é necessário o emprego da expressão latina "Apud" no texto. Ex.: Silva (1978) Apud Souza (1985).

  • No texto:

BRADLEY Apud ARMITAGE (1991)

  • Na bibliografia:

ARMITAGE, W. J. Supply of corneab issue in the United Kingdon Br. Journal Ophitalmology, v. 74, p. 650-3, 1991.

As citações devem se ater ao essencial:

a) Elipse ou supressões: é permitida a omissão de palavras na citação quando seu sentido não é alterado. Tal omissão é indicada por reticências entre parênteses (...). Quando são omitidos um ou diversos parágrafos, deve-se usar uma linha pontilhada. Assim:...........................................................................................................

b) Interpolação ou comentários: a exatidão é fundamental na citação. Portanto, qualquer correção ou observação feita deve ser indicada corretamente. Corrige-se da seguinte forma:

  • inserindo a expressão "sic" entre colchetes ou parênteses: (sic), [ sic] ;

  • inserindo a correção entre colchetes ou parênteses: [...]

  • inserindo frases indicando a correção, entre colchetes ou parênteses. Quando for utilizado o grifo (negrito, itálico etc.), isto deve ser mencionado: (grifo do autor) ou (grifo meu)

  • é indispensável mencionar os dados necessários à identificação da fonte da citação. Estes dados devem aparecer no texto e listas no fim de texto.

OBSERVAÇÕES:

  • Qualquer obra utilizada, citada ou não no texto, deverá aparecer na bibliografia final.

  • A chamada ou entrada usada no texto deve ser a mesma na bibliografia.

O nome (sobrenome) do autor vem na frente em caixa alta (forma), seguida de vírgula para depois seu pré-nome (nome) e demais elementos do seu nome completo.

6.1 DEFINIÇÃO: conjunto de indicações precisas e minuciosas, retiradas do próprio documento, permitindo sua identificação no todo ou em parte. Os elementos de referência bibliográfica de documentos (livros, textos, periódicos, anais de congressos, folhetos etc.) considerados no todo ou em parte devem ser retirados sempre que for possível da folha de rosto da obra consultada. Dividem-se em essenciais e complementares.

6.2 ELEMENTOS

6.2.1 ESSENCIAIS: são informações indispensáveis à identificação do documento. Estão estritamente ligados ao suporte documental e variam, portanto, conforme o tipo de documento. Ex.: autor, título, local, editora, data de publicação, página inicial e final (quando se tratar de capítulos ou partes de um documento).

6.2.2 COMPLEMENTARES: são informações que, acrescentadas aos elementos essenciais, permitem melhor caracterizar o documento. Ex.: edição, editor, páginas, porte físico, ilustrações, dimensões, série. Todos estes elementos juntos permitem caracterizar, localizar e datar publicações referenciadas em bibliografias, resumos e/ou recensões

6.3 LOCALIZAÇÃO: a referência bibliográfica pode aparecer:

no fim de texto ou de capítulo.

6.4 ORGANIZAÇÃO: as referências bibliográficas são organizadas em ordem alfabética por sobrenomes de autores, títulos ou assuntos, sempre observando a entrada que foi dada no texto.

6.5 PONTUAÇÃO: deve ser uniforme para todas as referências.

a) Os vários elementos da referência bibliográfica (nome do autor, título da obra, edição, notas tipográficas - imprensa - , notas bibliográficas e notas especiais) devem ser separados, entre si, por ponto seguido de dois espaços.

Ex.: SILVA, João da. A história da moeda. 3. ed.

b) Os elementos das notas tipográficas (local, editor, data) e bibliográficas devem ser separadas, entre si, por dois pontos. Datas são separadas por vírgula.

Ex.: São Paulo, Atlas, 1986

c) A nota de série e/ou coleção é, por tradição, apresentada entre parênteses, indicando-se os títulos e sua numeração.

Ex.: (Série os historiadores)

(Os economistas)

(Texto para discussão, 31)

d) Ligam-se por hífen as páginas inicial e final das partes referenciadas, bem como as datas-limites de determinado período da publicação.

Ex.: p. 55-68

e) Ligam-se por barra transversal as datas-limite do período a que se refere a publicação referenciada.

Ex.: 1976/1989

6.6 TIPOS OU FONTE (ESTILO DE LETRA): empregam-se maiúsculas (tipo caixa alta) nos sobrenomes dos autores individuais, nos nomes de entidades coletivas, nos títulos de periódicos e na primeira palavra do título quando constituírem a entrada da referência.

6.7 ELEMENTOS DE REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

6.7.1 AUTORIAS:

a) Autor pessoal: responsável pela criação, conteúdo intelectual ou artístico de um documento. Inicia-se a entrada pelo último sobrenome do autor, em letra maiúsculas, seguido pelo(s) nome(s). Emprega-se vírgula entre o sobrenome e o(s) nome(s). Os nomes são transcritos como aparecem nos documentos.

Ex.: SILVA, L

TEIXEIRA, J. S.

b) Sobrenomes ligados por hífen: DUQUE-ESTRADA, O.

c) Sobrenomes que indicam parentesco: ARARIPE JÚNIOR, I. A.

FERRARI FILHO, H.

d) Sobrenomes compostos de um adjetivo mais um substantivo.

Ex.: CASTELO BRANCO, C.

ESPÍRITO SANTO, H.

SANTA CRUZ, A.

e) Sobrenomes cuja forma composta é a mais conhecida:

EÇA DE QUEIROZ, J. M.

MACHADO DE ASSIS, A. M.

f) Sobrenomes espanhóis:

GARCÍA MÁRQUEZ, G.

RODRIGUEZ LARA, J.

g) Documentos elaborados por um autor, dois autores, três autores, mais de três autores:

HUNT, L.

HUNT, L. ; HUBBERMAN, J.

HUNT, L. ; HUBBERMAN, J. ; SILVA, M.

6.7.2 ENTRADA COLETIVA

Autor, entidade, instituição(ões), organização(ões), empresa(s), comitê(s), entre outros, responsável(eis) por publicação em que não se distingue autoria pessoal. Trabalhos de cunho administrativo ou legal. Ex.:

No texto:

(FUNDAÇÃO, 1982, p.57)

Na bibliografia:

FUNDAÇÃO DE ECONOMIA E ESTATÍSTICA. Agricultura no Rio Grande do Sul. Porto Alegre: 1982 (25 Anos da Economia Gaúcha, v. 3)

6.7.3 Quando a entidade coletiva é hierarquicamente vinculada aos governos federal (Ministério), estadual e municipal (Secretarias), conselhos e universidades:

No texto:

BRASIL (1995, p.125)

RIO GRANDE DO SUL (1996, p.101)

PORTO ALEGRE (1997, p.27)

CONSELHO (1987, p.5)

UNIVERSIDADE (1985, p.30)

Na bibliografia:

BRASIL. Ministério da Educação e Cultura. A educação no Brasil ano 2000. Brasília: 1995. 223 p.

RIO GRANDE DO SUL. Secretaria de Agricultura. Agricultura em números. Porto Alegre: 1995. 193 p.

PORTO ALEGRE. Prefeitura Municipal de Porto Alegre. Departamento Municipal de Águas e Esgotos. Relatório anual. Poro Alegre: 1997. 190 p.

CONSELHO FEDERAL DE EDUCAÇÃO. Currículos mínimos de cursos de graduação. 8 ed. rev. atual. Brasília: 1987. 498 p.

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL. Estatuto, regimento geral. Porto Alegre: 1985. 74 p.

6.7.4 Trabalho apresentado em eventos (congressos, encontros, simpósios etc.):

MALDONADO FILHO, E. A transformação de valores em preço de produção e o fenômeno da absorção e liberação de capital produtivo. In: ENCONTRO NACIONAL DE ECONOMIA, 15. Salvador: ANPEC, 1-4, dez. 1975. Anais... p. 157-75.

6.7.5 Evento no todo:

SIMPÓSIO BRASILEIRO DE REDES DE COMPUTADORES, 13. 1995. Belo Horizonte. Anais... Belo Horizonte: UFMG, 1995. 655 p.

6.7.6 Eventos em meio eletrônico, no todo ou em parte:

CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPel, 4. 1995. Recife. Anais eletrônicos... Recife: UFPel, 1996. Disponível em http://www.propesq.ufpel.br/anais/anais.htm. Acesso em 21/jan/97.

GUNCHO, M. R. A educação à distância e a biblioteca universitária. In: SEMINÁRIO DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS, 10. 1998. Fortaleza. Anais...Tec Tralha, 1999. 1 CD.

6.7.7 Publicações anônimas ou não assinadas: entrar diretamente pelo título, sendo a primeira palavra em maiúscula.

ANTOLOGIA Latina. 6 ed. Madrid: Credos, 1968. 291 p.

6.7.8 Coletânea de textos:

Autor, coordenador, editor diferentes da parte referenciada:

BACHA, L. Hierarquia e remuneração gerencial. In: TOLIPAN, R. ; TINELLI, A. C. A Controvérsia sobre Distribuição de Renda e Desenvolvimento. Rio de Janeiro: Zahar: 1975. p. 124-55 (Biblioteca de Ciências Sociais)

BERTOLA, G. ; CAVALLERO, R. Sustainable intervention polices and exchange rate dinamics. In: KRUGMAN, P. e MILLER, M. (eds) Exchange Rate Target and Currency Banks. Cambridge: University Cambridge, 1992.

Autor, coordenador, editor igual ao autor da parte referenciada.

GAROFALO, L. ; CARVALHO, C. Teoria Microeconômica. 2 ed. São Paulo: Atlas, 1986. Cap. 4 Os modelos de formação de preços. p.338-59.

 


Referências (Não se usa mais o termo Referências Bibliográficas é redundante

COSENZA, Gilse. Universitárias. Revista Presença Mulher, São Paulo, v. 6, n. 24, p. 6-7, jan./fev./mar., 1993.

GALLIANO, A. Guilherme. O método científico: teoria e prática. São Paulo: Harbra, 1986. 200 p.

GOLDENBERG, Mirian. A arte de pesquisar: como fazer pesquisa qualitativa em Ciências Sociais. 2 ed. Rio de Janeiro: Record, 1998. 107 p.

LAKATOS, Eva Maria, MARCONI, Marina de Andrade. Metodologia científica. 2 ed,São Paulo: Atlas, 1991. 231 p. LOI, Isidoro. A mulher. São Paulo: Jabuti, 1988. 53 p.

MOTT, Maria Lúcia de Barros. Submissão e resistência: a mulher na luta contra a escravidão. São Paulo: Contexto, 1988. 86 p.

SAFFIOTI, Heleieth Iara Bongiovani. A mulher na sociedade de classe: mito e realidade. Petrópolis: Vozes, 1976. 383 p.

VERA, Armando Asti.Metodologia da pesquisa científica. Porto Alegre: Globo, 1976.


 Bibliografia Recomendada

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Normas ABNT sobre documentação.Rio de Janeiro, [198_ ].

BACHELARD, Gaston. O novo espírito científico. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1968. 151 p. (Biblioteca Tempo Universitário, 12).

BARROS, A. J. P., LEHFELD, N.A.S.. Fundamentos de metodologia. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil, 1986.

BASTOS, Lília da Rocha, PAIXÃO, Lyra, FERNANDES, Lucia Monteiro. Manual para aelaboração de projetos e relatórios de pesquisa, teses e dissertações. 3 ed. Rio de Janeiro: Zahar, 1982.

BRANDÃO, Carlos Rodrigues. (org.) Pesquisa participante. 7 ed. São Paulo: Brasiliense, 1988. 211 p.

CERVO, Amado Luiz, BERVIAN, Pedro Alcino. Metodologia científica: para uso dos estudantes universitários. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil, 1977.

COSTA, Antônio Fernando Gomes da. Guia para elaboração de relatórios de pesquisa: monografia. 2 ed. Rio de Janeiro: UNITEC. 1998. 218 p.

DEMO, Pedro. Metodologia científica em ciência sociais. 2 ed. São Paulo: Atlas. 1989. 287 p.

DIXON, B. Para que serve a ciência? São Paulo: Nacional, 1976.

ECO, Umberto. As formas do conteúdo. São Paulo: Perspectiva, 1974.

FERRARI, Alfonso Trijillo. Metodologia da ciência. 3 ed. Rio de Janeiro: Kennedy, 1974.

GALLIANO, A. Guilherme. O método científico: teoria e prática. São Paulo: Harbra, 1986. 200 p.

GOLDENBERG, Mirian.A arte de pesquisar: como fazer pesquisa qualitativa em Ciências Sociais. 2 ed. Rio de Janeiro: Record, 1998. 107 p.

GOOD, Willian Josian, HATT, Paul M. Métodos de pesquisa social. São Paulo: Nacional, 1977.

GRESSLER, L. A.. Pesquisa educacional. São Paulo: Loyola, 1983.

HARRÉ, R. (org.) Problemas da revolução científica. Belo Horizonte: Itatiaia, 1976.

IBGE. Normas de apresentação tabular. Rio de Janeiro, 1979. 22 p. JAPIASSU, Hilton F.. O mito da neutralidade científica. Rio de Janeiro: Imago, 1975.

KERLINGER, F. N.. Metodologia das ciências sociais. São Paulo: Edusp, 1980.

KNELLER, G. F.. A ciência como atividade humana. Rio de Janeiro: Zahar, 1980.

KOURGANOFF, V.. A pesquisa científica. São Paulo: Difel, 1961.

LAKATOS, Eva Maria, MARCONI, Marina de Andrade. Metodologia científica. 2 ed. São Paulo: Atlas, 1991. 231 p.

LAMBERT, K., BRITTAN, G. G.. Introdução à filosofia da ciência. São Paulo: Cultrix, 1972.

LEITE, José Alfredo Américo. Metodologia da elaboração de teses. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil, 1978.

LÜDKE, Menga, ANDRÉ, Marli E. D. A.. Pesquisa em educação: abordagens qualitativas. São Paulo: EPU, 1986. 99 p.

MORGENBESSER, S. (org.) Filosofia da ciência. São Paulo: Cultrix, 1975.

NIETZSCHE, Friedrich Wilhelm. A gaia ciência. São Paulo: Ediouro. s/d. 221 p.

PIAGET, Jean, GARCIA, Rolando. Psicogênese e história das ciências. Lisboa: Dom Quixote, 1987. 251 p.

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO DE JANEIRO. Normas para apresentação de teses e dissertações. Rio de Janeiro, Coordenação Central de Pós-Graduação e Pesquisa - PUC-/RJ.1980.

REY, Luiz. Planejar e redigir trabalhos científicos. São Paulo: Edgar Blucher/Fundação
Oswaldo Cruz, 1987.

RICHARDSON, Roberto Jarry et al. Pesquisa social: métodos e técnicas. 2 ed. São Paulo: Atlas, 1989. 287 p.

RUIZ, João Álvaro. Metodologia científica: guia para eficiência nos estudos. 2 ed. São Paulo: Atlas, 1988. 183 p.

SALOMON, Délcio Vieira. Como fazer uma monografia: elementos de metodologia de trabalhos científicos. Belo Horizonte: Interlivros, 1974.

SALVADOR, Angelo Domingos. Métodos e técnicas de pesquisa bibliográfica. Porto Alegre: Sulina, 1977.

SCHWARTZMAN, Simon. Ciência, universidade e ideologia. Rio de Janeiro: Zahar, 1981.

SEVERINO, Antonio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 20 ed. São Paulo: Cortez, 1996.

THOMPSON, Augusto. Manual de orientação para o preparo de monografias. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1987.

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. Escola de Comunicação e Artes. Serviço de Biblioteca e Documentação. Manual de Orientação bibliográfica à pós-graduação. São Paulo, 1988.

VERA, Armando Asti. Metodologia da pesquisa científica. Porto Alegre: Globo, 1976.  

 

7.1 Publicação Periódica e Seriada considerada no todo:

a. título da publicação e subtítulo quando necessário;

b. local de publicação;

c. editor-autor (entidade responsável, se não constar do título);

d. data (ano) do primeiro volume e, se a publicação cessar, também o último.

Nota: Para os dois exemplos a seguir, podemos entrar pela entidade e podemos entrar pelo título.

  • FUNDAÇÃO IBGE. Anuário Estatístico do Brasil. 1985. Rio de Janeiro, v. 1986.

  • ANUÁRIO ESTATÍSTICO DO BRASIL - 1985. Rio de Janeiro, Fundação IBGE, 1986, v. 46.

  • CULTURA. Brasília, v. 5, n. 17, abr./jan. 1975.

  • CADERNOS DE ARQUITETURA E URBANISMO. Belo Horizonte: Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, 1993 - Anual.

Publicação Periódica considerada em parte (suplemento, fascículos, números especiais etc.):

a. título da publicação;

b. título da página, suplemento ou número especial se for o caso;

c. local de publicação (cidade);

d. indicação do volume, número e data (mês e/ou ano) da publicação;

e. indicação do tipo de fascículo, suplemento ou número especial e do editor especial do mesmo (se for o caso).

  • ESTUDOS ECONÔMICOS. Economia e Sociedade no Brasil Monárquico. São Paulo, IPE/USP, v. 15, 1985. Número especial.

  • CIÊNCIA E CULTURA. Resumo da 24º REUNIÃO ANUAL DA SBPC, 2 a 8 de julho de 1972. São Paulo, v. 24, n. 6, jun. 1972. Suplemento.

  • CONJUNTURA ECONÔMICA. As 500 maiores empresas do Brasil. Rio de Janeiro: FGV, v.39, n.9, set. 1994. 135p. Edição Especial.

  • 7.2 ARTIGOS DE PERIÓDICOS:

a. autor(es) do artigo;

b. título do artigo;

c. título do periódico (grifado);

d. local de publicação (cidade);

e. número do volume;

f. número do fascículo;

g. páginas inicial e final do artigo;

h. data (mês e/ou meses, estação em trimestre e ano) do fascículo.

  • RAPOSO, José Cursino dos Santos. Aspectos Culturais do Segundo Reinado. Cultura. Brasília, v. 5, n. 17, p. 56-58, abr./jun., 1975.

  • BUENO, Miguel. Sociologia y Ciencias Sociales. Revista Mexicana de Sociologia. México, Universidade Autônoma do México. V. 19, n. 1

7.4 ARTIGOS DE JORNAIS:

a. autor(es) do artigo;

b. título do artigo;

c. título do jornal (grifado);

d. local de publicação (cidade);

e. data (dia, mês, ano);

f. número ou título do caderno, script, suplemento tec.;

g. páginas do artigo;

h. número de ordem da(s) coluna(s).

7.4.1 Artigos de jornal - assinado

  • RAÍCES, Carlos. Política Agrícola, a eliminação de subsídios. Gazeta Mercantil. São Paulo, v. 69, n. 18.963, p. 19, col. 7-8, 26 out. 1998.

7.4.2 Artigos de jornal - sem autoria

  • PREVISÃO de chuvas nas lavouras brasileiras faz cotações caírem. Gazeta Mercantil. São Paulo, v. 68, n. 18.963, p. 19, col. 7-8, 26 out. 1988.

7.4.3 Programas de TV e Rádio

a. Tema;

b. Programa;

c. Cidade;

d. Nome da TV;

e. Data completa da apresentação do programa;

f. Nota.

  • BÚFALOS. Globo Rural. Rio de Janeiro: Rede Globo, 22 de maio, 1994. Programa de TV.

São documentos obtidos através de suportes eletrônicos, como disquetes, CDs, base de dados, internet etc.

8.1 BASES DE DADOS: resumos ou abstract de artigos de periódicos obtidos na base de dados online.

  • HAMIR, N.A. Percloration of toraces aorta in a dog associated with spirocerca lupi infection. [on line]. Australian Veterinary Journal. Papua Nova Guiné, v. 61, n. 2, 1984 [citado em 18.09.98] Acesso n. 842244090. Disponível no CAB Abstracts, 1984-1986

8.2 ANAIS DE CONGRESSO:

  • FERREIRA, P. Un project dureautique multimedia et le service dárchivage eletronique multimedia. In: CONGRESSO NACIOAL DE INFORMÁTICA, 18. São Paulo: SUCESU, 1985. Anais... v. 1, p.473-485. Referência obtida via base de dados INFO BRASIL CELEPAR, 1994.

8.3 DISSERTAÇÕES E TESES ELETRÔNICAS:

  • LUO, J. Gateroad design in overlyng multisea mines [on line]. Blacksburg, 1997 [citado em 16.08.98] Dissertation (Master in Science in Mining anl Mineral Engenieering) Disponível na internet: http://wwwscholar.lib.vtedu/theses/public/etd-225.01128407

8.4 CD-ROM:

  • ALEIXADINHO. In: ALMANAQUE ABRIL: sua fonte de pesquisa. São Paulo: Abril, 1996. CD-ROM

  • RAMALHO, J. A. A. HTML Avançado: exemplos, programas shareware e freeware e mais! São Paulo: Makron Books, 1997. 1 CD-ROOM 649 arquivos, 23.541.130 bytes.

8.5 LISTA DE DISCUSSÃO:

Serviço que permite o intercâmbio de mensagens entre vários usuários. É usada como meio de comunicação entre pessoas interessadas em discutir temas específicos.

  • PARKER, E. Re: Citing Eletronic Journals. In: PAES – L (Public Access Computer System Forum) [on line]. Houston: University of Houston Librarics, 24 nov., 1989, 13:29:35 Est. [cited 1 January 1995, 16:13 EST]. Avaiable from Internet: <telnet://bruscr@aemi.org>

  • ANTUNES FILHO, José Gilberto (antunesj@imaginet.fr). Metadata 27 maio 1998. Disponível na Internet via lista (bib-virtual@ibict.br)

8.6 MENSAGEM OBTIDA VIA INTERNET:

  • UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL. Biblioteca Setorial de Matemática (bibmat@mat.ufrgs.br) cópia 03 jan. 1996. E-mail para Maria Dirce Botelho de Souza (sedoc@ipardes.gov.br)

8.7 ARTIGO DE REVISTA ELETRÔNICA:

  • PETRINI, M. Sistemas de Informações, Inteligência e Criatividade. READ – Revista Eletrônica de Administração. Porto Alegre: UFRGS/EA/PPGA v.4, n.1, jul. 1997 (Home Page Biblioteca Gladis W. do Amaral)

8.8 FITA DE VÍDEO (VIDEOTAPE): fita magnética para gravação em videotape.

  • FRAGOHENI, A. H. Dicionário Enciclopédico de Informática. São Paulo: Nobel, 1986.

  • VALOIS, G. Computer Dreams. Los Angeles: MPI Home Video, 1989. 1 fita de vídeo, 58 min.

8.9 ENTREVISTA GRAVADA:

  • SILVA, L. da. Luís Inácio Lula da Silva: depoimento [abr. 1991]. Entrevistadores V. Tremel e M. Garcia. São Paulo: SENAI/SP. 1991. 2 fitas K7 (120 min) ¾ pps stereo. Entrevista concedida ao Projeto Memória do SENAI – SP.

8.10 DISQUETE:

  • JOHNSTON, Jack; DINARCO, John. Econometric methods. 4 ed. New York: Mcgraw-Hill, 1997. Disquete. 1 disquete de 3 ½ . Para uso em PC.

8.11 PROGRAMA DE COMPUTADOR:

  • MICROSOFT. Access 2 for Windows. São Paulo, 1994. Disquete 3 ½, 7 arquivos, 747.808 bytes. Banco de Dados.

8.12 E-MAIL:

  • RASSIF, Maria (bceref@music.pucrs.br). Envio de Teses para Instituições de Origem. 13 jul. 1998. Enviado às 12h48min. Mensagem para: Ainos Holding (ainos@munic.pucrs.br).

     

  • ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – Rio de Janeiro, 1987 – 2000. Várias normas.


  • GUSMÃO, Heloísa Rios ; SOUZA, Eliana da Silva. Como Normatizar Trabalhos Técnico-Científicos: Instrução Programada. 2 ed. Niterói: Editora da Universidade Federal Fluminense, 1996.


  • NORMAS para publicação da UNESP. São Paulo: Editora da Universidade Estadual Paulista, 1994 v. 2. Referências Bibliográficas.


  • MANUAL de normatização de trabalhos técnico-científicos e culturais. Petrópolis: Vozes, 1994.


  • BONILHA, Juliana Zart. Instruções para Apresentação de Trabalhos. Porto Alegre: Escola de Engenharia. Biblioteca. 1996 (Textos Didáticos de Engenharia).


  • LEHNEIN, Helena Osório ; MACEDO, Lara Ferreira de. Normas para Elaboração de Referências Bibliográficas de Acordo com a NBN 6023. Porto Alegre

ANEXO A - ABREVIATURA DOS MESES

Português

Espanhol

Italiano

janeiro – jan.

enero – ene.

gennaio – gen.

fevereiro – fev.

febrero – feb.

febbraio – feb

março – mar.

marzo – mar.

marzo – mar.

abril – abr.

abril – abr.

aprile – apr.

maio - maio

mayo – mayo

maggio – mag.

junho – jun.

junio – jun.

giugno – giug

julho – jul.

julio – jul.

giuglio – giugl.

agosto – ago.

agosto – ago.

agosto – ago.

setembro – set.

septiembre – set.

settembre – set.

outubro – out.

octubre – oct.

ottobre – ott.

novembro – nov.

noviembre – nov.

novembre – nov.

dezembro - dez

diciembre – dic.

decembre – dec.

 

 

dicembre – dic.

Francês

Inglês

Alemão

janvier – jan.

january – jan.

januar – jan.

février – fév.

february – fev.

februar – feb.

mars – mars

march – mar.

märz – märz

avril – avr.

april – apr.

april – apr.

mai – mai

may – may.

mai – mai

juin – juin

june – june

juni – juni

juillet – juil.

july – july

juli – juli

aoüt - aoüt

august – aug.

augus – aug.

septembre – sep.

september – sept.

september – sept.

octobre – oct.

october – oct.

oktober – okt.

novembre – nov.

november – nov.

november – nov.

décembre – dec.

december – dec.

dezember – dez.

ANEXO B - ILUSTRAÇÕES (TABELAS, GRÁFICOS, FIGURAS, QUADROS ETC.)

Tabelas

As tabelas servem para racionalizar e uniformizar a apresentação de dados e análise de informações estatísticas.

As tabelas devem ter sempre que possível significação própria, isto é, devem prescindir de consulta.

A estrutura da tabela é constituída de traços (retas perpendiculares), é delimitada em sua parte superior e na parte inferior por traços horizontais paralelos.

Não delimitar (fechar) por traços verticais os extremos da tabela à direita e à esquerda.

O título precede a tabela.

A fonte, as notas situam-se ao pé da tabela.

Quando uma tabela ocupar mais páginas, as notas devem ser colocadas na última página.

Quando uma tabela ocupar mais de uma página, não será delimitada na parte inferior, repetindo-se o cabeçalho.

Exemplo:

Tabela 1

Produção de milho segundo as unidades da Federação 1999

Unidades da Federação

Produção

Absoluta

Relativa (% Brasil)

São Paulo

18.480.373

 

Paraná

15.908.253

 

Minas Gerais

11.238.455

 

Rio Grande do Sul

08.050.555

 

Outros

8.000.052

 

Brasil

90.000.000

100

Fonte: Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, p. 50

  • Nota: Esta tabela é fictícia, serve só para exemplo.

  • Figuras, gráficos, quadros

    • São as imagens visuais extensivas ao texto, como mapas, fotografias, esquemas, gráficos, diagramas.

    • Devem ser numerados seqüencialmente ao longo do texto, independente do tipo.

    • Deve sempre ter fonte de onde foi extraído a ilustração.

               O uso de termos em latim, assim como palavras e citações de outra língua são escritos em minúsculas, com exceção de  nomes próprios, e todas (citações em latim e estrangeiras) em itálico.

    • Palavras e expressões latinas são muito utilizadas em pesquisas e têm significados diferentes e ações que ajudam na estética e compreensão do trabalho.

       

      apud: Significa "citado por". Nas citações é utilizada para informar que o que foi transcrito de uma obra de um determinado autor, na verdade pertence a um outro.

       Ex: (Napoleão apud Loi), ou seja, Napoleão citado por Loi.

       

      et al. ou (et alli): Significa "e outros". Utilizado quando a obra foi executada (escrita) por muitos autores.

      Ex: Numa obra escrita por Helena Schim, Maria Cecília Rubinger de Ottoni e Rosana Veloso Montanari escreve-se: SCHURM, Helena et al.

       

      Ibid ou ibdem: Significa "Na mesma obra". Utilizado quando a obra já foi citada na mesma lauda (página) e é novamente citado, neste caso, se descarta a repetencia e cita-se ibdem ou ibid

       

      idem ou id: Significa: "igual a anterior". Significa que o elemento, ou elementos citados são iguais

       

      in:  Significa "em". Usado quando citamos obras ou autores na pesquisa ou trabalho.

      ipsis litteris: Significa "pelas mesmas letras", "literalmente". Utiliza-se para expressar que o texto foi transcrito com fidelidade, mesmo que possa parecer estranho ou esteja reconhecidamente escrita com erros de linguagem.


      ipsis verbis: Significa "pelas mesmas palavras", "textualmente". Utiliza-se da mesma forma que ipsis litteris ou sic.


      opus citatum ou op.cit.: Significa "obra citada". Utilizada para evitar repetência de autor e obra na mesma lauda do trabalho.


      passim: Significa "aqui e ali". É utilizada quando a citação se repete em mais de um trecho da obra.


      sic: Significa "assim". Utiliza-se da mesma forma que ipsis litteris ou ipsis verbis.


      supra: Significa "acima", referindo-se a nota imediatamente anterior.

     

     

    1 - Revisão de Literatura

    Muitos livros são escritos sobre a questão dos métodos de pesquisas; entre eles destacamos:

    VERA, Armando Asti. Metodologia da pesquisa científica. Porto Alegre: Globo, 1976.

    Livro tradicional, que apresenta em forma discursiva, os métodos científicos. É um dos livros escritos por um professor de Filosofia da Ciência da Universidade Nacional de Buenos Aires. O objetivo principal deste livro "é a exposição e análise crítica do significado e dos limites dos métodos e técnicas atuais de investigação" (Vera, 1976: 1). Note-se que este livro foi escrito em 1973.

    De qualquer forma é um livro simples e de fácil entendimento para os cursos de graduação.

    BACHELARD, Gaston. O novo espírito científico. Rio de Janeiro:

    Tempo Brasileiro, 1968. 151 p. (Biblioteca Tempo Universitário, 12).

    Livro mais complexo sobre Filosofia das Ciências. Este livro é mais indicado para os cursos de pós graduação ou ao de graduação em Filosofia.

    GALLIANO, A. Guilherme. O método científico: teoria e prática. São Paulo: Harbra, 1986. p. 200

    Este livro pode ser dividido em uma parte teórica e outra prática; é um livro próximo do elaborado por Asti Vera, sendo que um pouco mais valorizado nas questões práticas da Metodologia Científica.

    É um excelente livro para os cursos de graduação e oferece alguns capítulos que ajudam no aproveitamento da leitura e técnicas de redação.
    Apresenta também um glossário, que ajuda aos alunos a compreenderem os termos referentes à Metodologia Científica.

    BASTOS, Lília da Rocha, PAIXÃO, Lyra, FERNANDES, Lucia Monteiro. Manual para a elaboração de projetos e relatórios de pesquisa, teses e dissertações. Rio de Janeiro: Zahar, 1982.

    É um livro fundamentalmente prático. As três professoras da Universidade Federal do Rio de Janeiro propuseram-se a realizar uma obra em estilo de manual, baseando-se nos modelos americanos existentes. É também um bom livro no que se refere às questões práticas. Traz no seu bojo as regras de Referências Bibliográficas da ABNT. No entanto, deve-se tomar cuidado, já que a primeira edição do Manual é do ano de 1979 e as regras foram alteradas no ano de 1989.

    GOLDENBERG, Mirian. A arte de pesquisar: como fazer pesquisa qualitativa em Ciências Sociais. 2 ed. Rio de Janeiro: Record, 1997. 107 p.

    É um livro dedicado à pesquisa qualitativa em Ciência Social. É um livro limitado no seu contexto mais geral., já que não amplia as abordagens tratadas. No entanto, é passível de consulta, podendo ser útil numa consulta de termos e aspectos teóricos em qualquer área.

     

    2 - Justificativa

    A justificativa traz aquilo que se pretende com o trabalho e precisa estar ligado ao tema escolhido, numa espécie de link aos seus objetivos propostos. É a parte importante que argumenta o porquê da pesquisa, sua necessidade, importância e aplicabilidade. Jamais pode trazer palavras de difícel mensuração; avaliação e conceito, portanto, evite incluir nesse tópico adjetivos sentimentalistas que têm significados diferentes às pessoas. Estamos nos referindo, por exemplo a termos do tipo: amor, felicidade, beleza etc.

    Obs: 

    Realizada a Revisão de Literatura, podemos notar que quase todas as obras tratam a questão da Metodologia Científica no seu sentido teórico. A partir daí notamos, por conseqüência, a necessidade de realizarmos uma obra que oriente os alunos na confecção de trabalhos de sala de aula.

    A presente obra procura não dificultar as questões que envolvem a elaboração de um projeto e o relatório da pesquisa, portanto, pode ser entendida como uma facilitadora da aprendizagem, onde os alunos poderão consultar, a qualquer hora, para suprimir suas dúvidas quanto aos procedimentos, técnicas e normas de pesquisa.

    É um trabalho realizado especificamente para alunos dos cursos de graduação, se bem que possa ser utilizado pelos dos cursos de pós-graduação. Pela sua simplicidade e pela sua intenção de ser um trabalho direto e objetivo, torna-se uma obra de real importância. Podemos dizer também que trata-se de uma obra singular na literatura sobre Metodologia Científica, embora não concludente e passível de revisão e ampliação.


    3 - Objetivos

    (São os passos de seu trabalho e devem iniciar com um verbo no infinitivo que pode ser de natureza comportamental, explicativo, informativo, educativo etc.).

    - Oferecer aos alunos dos cursos de graduação um material concreto de consulta para elaboração de projetos e relatórios de pesquisa.

    - Mostrar para nossos clientes como trabalhamos.

    - Facilitar a aprendizagem dos alunos dos cursos de graduação.

    - Esclarecer as regras e as normas estipuladas pela ABNT, para elaboração de projetos e relatórios de pesquisa.

     

     

    6.1 - Escolha do Tema


    Existem dois fatores principais que interferem na escolha de um tema para o trabalho de pesquisa:

    6.1.1 - Fatores internos

    - Afetividade em relação a um tema ou alto grau de interesse pessoal.

    - Tempo disponível para a realização do trabalho de pesquisa.

    - O limite das capacidades do pesquisador em relação ao tema pretendido.

    6.1.2 - Fatores Externos

    - A significação do tema escolhido, sua novidade, sua oportunidade e seus valores acadêmicos e sociais.

    - O limite de tempo disponível para a conclusão do trabalho.

    - Material de consulta e dados necessários ao pesquisador


    6.2 - Levantamento ou Revisão de Literatura

    O Levantamento de Literatura é a localização e obtenção de documentos para avaliar a disponibilidade de material que subsidiará o tema do trabalho de pesquisa.

    Este levantamento é realizado junto às bibliotecas ou serviços de informações existentes.

    6.2.1 - Sugestões para o Levantamento de Literatura

    6.2.1.1 – Locais de coletas

    Determine com antecedência que bibliotecas, agências governamentais ou particulares, instituições, indivíduos ou acervos deverão ser procurados.

    6.2.1.2 – Registro de documentos

    Esteja preparado para copiar os documentos, seja através de xerox, fotografias ou outro meio qualquer.

    6.2.1.3 – Organização

    Separe os documentos recolhidos de acordo com os critérios de sua pesquisa.

    O levantamento de literatura pode ser determinado em dois níveis

    a - Nível geral do tema a ser tratado.

    Relação de todas as obras ou documentos sobre o assunto.

    b - Nível específico a ser tratado.

    Relação somente das obras ou documentos que contenham dados referentes à especificidade do tema a ser tratado.

     

    6.3 - Problema

    O problema é a mola propulsora de todo o trabalho de pesquisa. Depois de definido o tema, levanta-se uma questão para ser respondida através de uma hipótese, que será confirmada ou negada através do trabalho de pesquisa.

     

    6.4 - Hipótese

    Hipótese é sinônimo de suposição. Neste sentido, hipótese é uma afirmação categórica (uma suposição), que tente responder ao problema levantado no tema escolhido para pesquisa.

    O trabalho de pesquisa, então, irá confirmar ou negar a hipótese (ou suposição) levantada.

    6.5 - Justificativa

    A justificativa num projeto de pesquisa, como o próprio nome indica, é o convencimento de que o trabalho de pesquisa é fundamental de ser efetivado. O tema escolhido pelo pesquisador e a hipótese levantada são de suma importância, para a sociedade ou para alguns indivíduos, de ser comprovada.

    Deve-se tomar o cuidado, na elaboração da justificativa, de não se tentar justificar a hipótese levantada, ou seja: tentar responder ou concluir o que vai ser buscado no trabalho de pesquisa. A justificativa exalta a importância do tema a ser estudado, ou justifica a necessidade imperiosa de se levar a efeito tal empreendimento.

    A justificativa é onde estão contidos os elementos que te levaram a realizar tal trabalho e o termo bastante importante, porque é aí que você pretende  "justificar" por que sua pesquisa é muito importante. Neste caso, evite usar palavras que não possam ser mensuradas, tipo: felicidade, amor, vida, satisfação etc, palavras que têm interpretações distintas para muitos.

    6.6 - Objetivos

    A definição dos objetivos determina o que o pesquisador quer atingir com a realização do trabalho de pesquisa. Objetivo é sinônimo de meta, fim.
    Os objetivos podem ser separados em Objetivos Gerais e Objetivos Específicos.

     

    6.7 - Metodologia

    A Metodologia é a explicação minuciosa, detalhada, rigorosa e exata de toda ação desenvolvida no método (caminho) do trabalho de pesquisa.
    É a explicação do tipo de pesquisa, do instrumental utilizado (questionário, entrevista etc), do tempo previsto, da equipe de pesquisadores e da divisão do trabalho, das formas de tabulação e tratamento dos dados, enfim, de tudo aquilo que se utilizou no trabalho de pesquisa.

    É a forma de direcionamento que será dada às ações na pesquisa. As ferramentas utilizadas pelo pesquisador na busca pelas informações para o direcionamento do trabalho. Geralmente são montados nos pilares do tipo:

    quali-quantitativo: quando se prioriza a qualidade à quantidade e faz referências sobre números de objetos pesquisados necessários para a coleta das informações. Usa-se instrumentos do tipo: entrevista, questionários, formulários e demais bancos de dados.

    quantitativo: faz referência apenas a quantidade.

    qualitativo: busca o fator da qualidade.

    descritivo: e feita a descrição por meio da instrumentalização e riqueza de detalhes, capturados pela observação e visita no lócus da pesquisa.

    analítico: busca analisar diferentes pontos de vista, idéias e opiniões.

    interpretativo: faz uma análise mais específica através das idéias pesquisadas cruzando estas informações com idéias dos autores consultados, numa espécie de cruzamento de informação.

    histórico-crítico: o levantamento das informações no espaço em relação as aspectos históricos evolucionais, fazendo análises com os atuais aspectos e direcionamentos dados aos assuntos pesquisados em relação a contextualidade.

    científica tem caráter científico; são materiais obtidos nas investigações e seleções

    técnica-científica uso de diversos instrumentos técnicos como peças, maquinarias e demais objetos

    interpretativa através do uso de textos e coletas de dados que são analisados

    investigativa toda pesquisa é investigativa

     

    seleção de materiais

    São as técnicas utilizadas na busca das informações ~, seleção de materiais, filtragem e tabulações dos conteúdos obtidos na investigação e pesquisa

     

    6.8 - Esquema do Trabalho

    O Esquema do Trabalho guia o pesquisador na elaboração do texto final.
    Este Esquema é um esboço, podendo ser totalmente alterado durante o desenvolvimento do trabalho.

    Depois de concluída a pesquisa, este Esquema irá se tornar o Sumário do trabalho final.

    Exemplo:

    Título:Educação da Mulher: a perpetuação da injustiça

     

     


    5.1 - Questionário

    - O Questionário, numa pesquisa, é um instrumento ou programa de coleta de dados. Se sua confecção é feita pelo pesquisador, seu preenchimento é realizado pelo informante.

    - A linguagem utilizada no questionário deve ser simples e direta para que o respondente compreenda com clareza o que está sendo perguntado. Não é recomendado o uso de gírias, a não ser que se faça necessário por necessidade de características de linguagem do grupo (grupo de surfistas, por exemplo)

    - Todo questionário a ser enviado deve passar por uma etapa de pré-teste, num universo reduzido, para que se possam corrigir eventuais erros de formulação.

    5.1.1 - Conteúdo de um questionário:

    5.1.1.1 – Carta Explicação

    A Carta Explicação deve conter:

    – A proposta da pesquisa;

    – Instruções de preenchimento;

    – Instruções para devolução;

    – Incentivo para o preenchimento e;

    - Agradecimento.

    5.1.1.2 – Itens de Identificação do Respondente

    - Para que as respostas possam ter maior significação é interessante não identificar diretamente o respondente com perguntas do tipo NOME, ENDEREÇO, TELEFONE etc., a não ser que haja extrema necessidade, como para selecionar alguns questionários para uma posterior entrevista (trataremos das técnicas de entrevistas posteriormente).

    A criação dos itens formulário segue as regras abaixo.

    5.1.1.3 – Itens sobre as questões a serem pesquisadas.

    5.1.1.3.1 – Formulário de itens sim-não, certo-errado e verdadeiro-falso; (questões fechadas)

    Ex.: Trabalha? (  ) Sim      (  ) Não

    5.1.1.3.2 – Respostas livres, abertas ou curtas;

    Ex.: Bairro onde mora: ______________________________

    5.1.1.3.3 – Formulário de múltipla escolha;

    Ex.: Renda Familiar:

    (   ) Menos de 1 salário mínimo

    (   ) 1 a 3 salários mínimos

    (   ) 4 a 6 salários mínimos

    (   ) 7 a 11 salários mínimos

    (   ) Mais de 11 salários mínimos

    5.1.1.3.4 – Questões mistas.

    Ex.: Quem financia seus estudos?

    (   ) Pai ou mãe

    (   ) Outro parente

    (   ) Outra pessoa

    (   ) O próprio aluno


    Outro: _____________________________________


    5.2 - Entrevista

    Observações iniciais:

    - É necessário ter um plano para a entrevista para que no momento em que ela esteja sendo realizada as informações necessárias não deixem de ser colhidas.

    - As entrevistas podem ter o caráter exploratório ou ser de coleta de informações. Se a de caráter exploratório é relativamente estruturada, a de coleta de informações é altamente estruturada.

    5.2.1 - Sugestões de planejamento para se realizar uma entrevista

    5.2.1.1 – Quem deve ser entrevistado

    Procure selecionar pessoas que realmente têm o conhecimento necessário para satisfazer suas necessidades de informação.

    5.2.1.2 – Plano da entrevista e questões a serem perguntadas

    Prepare com antecedência as perguntas a serem feitas ao entrevistado e a ordem em que elas devem acontecer.

    5.2.1.3 – Pré-teste

    Procure realizar uma entrevista com alguém que poderá fazer uma crítica de sua postura antes de se encontrar com o entrevistado de sua escolha.

    5.2.1.4 – Diante do entrevistado

    - Estabeleça uma relação amistosa e não trave um debate de idéias.
    - Não demonstre insegurança ou admiração excessiva diante do entrevistado para que isto não venha prejudicar a relação entre entrevistador e entrevistado.

    - Deixe que as questões surjam naturalmente, evitando que a entrevista assuma um caráter de uma inquisição ou de um interrogatório policial, ou ainda que a entrevista se torne um "questionário oral"

    - Seja objetivo, já que entrevistas muito longas podem se tornar cansativas para o entrevistado.

    - Procure encorajar o entrevistado para as respostas, evitando que ele se sinta falando sozinho.

    - Vá anotando as informações do entrevistado, sem deixar que ele fique esperando sua próxima indagação, enquanto você escreve.

    - Caso use um gravador, não deixe de pedir sua permissão para tal. Lembramos que o uso do

    5.2.1.5 – Relatório

    Mesmo tendo gravado procure fazer um relatório o mais cedo possível.


    5.3 - Observação

    5.3.1 - Sugestões para uma observação satisfatória

    5.3.1.1 – Conhecimento prévio do que observar

    Antes de iniciar o processo de observação, procure examinar o local.
    Determine que tipo de fenômenos merecerão registros.

    5.3.1.2 – Planejamento de um método de registro

    Crie, com antecedência, uma espécie de lista ou mapa de registro de fenômenos. Procure estipular algumas categorias dignas de observação.

    5.3.1.3 – Fenômenos não esperados

    Esteja preparado para o registro de fenômenos que surjam durante a observação, que não eram esperados no seu planejamento.

    5.3.1.4 – Registro fotográfico ou vídeo

    Para realizar registros iconográficos (fotografias,. filmes, vídeos etc.), caso o objeto de sua observação sejam indivíduos ou grupos de pessoas, prepare-os para tal ação. Eles não devem ser pegos de surpresa.

    5.3.1.5 – Relatório

    Procure fazer um relatório o mais cedo possível.


    5.4 - Análise de Conteúdo

    Os documentos como fonte de pesquisa podem ser primárias ou secundárias.
    As fontes primárias são os documentos que gerarão análises para posterior criação de informações. Podem ser decretos oficiais, fotografias, cartas, artigos etc.

    As fontes secundárias são as obras nas quais as informações já foram elaboradas (livros, apostilas, teses, monografias, etc. , por exemplo).

    Sugestões para análise de documentos:

    a - Locais de coletas:

    - Determine com antecedência que bibliotecas, agências governamentais ou particulares, instituições, indivíduos ou acervos deverão ser procurados.

    b - Registro de documentos:

    - Esteja preparado para copiar os documentos, seja através de xerox, fotografias ou outro meio qualquer.

    c - Organização:

    - Separe os documentos recolhidos de acordo com os critérios de sua pesquisa.

     


    5.4.1 - A Internet

    A Internet representa uma novidade nos meios de pesquisa. Trata-se de uma rede mundial de comunicação via computador, onde as informações são trocadas livremente entre todos.

    Sem dúvida, a Internet representa uma revolução no que concerne à troca de informação. A partir dela, todos podem informar a todos. Mas, se ela pode facilitar a busca e a coleta de dados, ao mesmo tempo oferece alguns perigos; na verdade, as informações passadas por essa rede não têm critérios de manutenção de qualidade da informação.

    Explicando melhor: qualquer um pode colocar sua "Homepage" (ou sua Página) na rede. Vamos supor que um indivíduo coloque sua página na "net" (rede) e o objetivo desta página seja falar sobre a História do Brasil: ele pode perfeitamente, sem que ninguém o impeça, dizer que o Brasil foi descoberto "por Diogo da Silva, no ano de 1325". Sendo assim, devemos levar em conta que toda e qualquer informação colhida na Internet deverá ser confirmada antes de divulgada.

    PIMENTEL, Marcos Eduardo Costa. Normas da ABNT: Estrutura de Apresentação do Trabalho. In: Mepel DIGITUS, 2001.<http://www.trabalhosprontos.com acessado em 12/02/1999>

     


    5.4.2 – Fichamentos

    O Fichamento é uma parte importante na organização para a efetivação da pesquisa de documentos. Ele permite um fácil acesso aos dados fundamentais para a conclusão do trabalho.

    Os registros e a organização das fichas dependerá da capacidade de organização de cada um. Os registros não são feitas necessariamente nas tradicionais folhas pequenas de cartolina pautada. Pode ser feita em folhas de papel comum ou, mais modernamente, em qualquer programa de banco de dados de um computador. O importante é que elas estejam bem organizadas e de acesso fácil para que os dados não se percam.

    Existem três tipos básicos de fichamentos: o fichamento bibliográfico, o fichamento de resumo ou conteúdo e o fichamento de citações.

    5.4.2.1 - Ficha Bibliográfica: é a descrição, com comentários, dos tópicos abordados em uma obra inteira ou parte dela

    Exemplo:

     

     

    Educação da Mulher: a Perpetuação da Injustiça (1)

    Histórico do Papel da Mulher na Sociedade (2)

    ......................................................................................... (3)

    2. (4)

    TELES, Maria Amélia de Almeida. Breve história do feminismo no Brasil. São Paulo: Brasiliense, 1993. 181 p.(Tudo é História, 145)

    Insere-se no campo do estudo da História e da Antropologia Social. A autora se utiliza de fontes secundárias, colhidas através de livros, revistas e depoimentos. A abordagem é descritiva e analítica. Aborda os aspectos históricos da condição feminina no Brasil a partir do ano 1500 de nossa era. Além da evolução histórica da condição feminina, a autora desenvolve alguns tópicos específicos da luta das mulheres pela condição cidadã. Conclui fazendo uma análise de cada etapa da evolução histórica feminina, deixando expressa sua contradição ao movimento pós-feminista, principalmente às idéias de Camile Paglia. No final da obra faz algumas indicações de leituras sobre o tema Mulher. (5)

     

      

    FICHAMENTO DO AUTOR E DA OBRA

    :TEMA- Exemplo:METODOLOGIA DO ENSINO

     

    .: Do autor

    ::  Educação Pré-Escolar
    SOUZA, Paulo N.P – Piaget e a Pré-escola, SP, Pioneira, 1983, 180 p.
     
    :: Sumário: Este livro contém:
    .: Importância da Ed. Pré-Escolar (p.9)
    .: Objetivos (p.15)
        cont...
     
    :: Justificativa - A educação pré-escolar é necessária pelos seguintes motivos: 
     
    .: a criança de 4 a 6 anos precisa de estimulação para que se desenvolva. (Paulo N.P.Souza, Piaget e a Pré-Escola – p.9)
    .: no mundo atual a mulher é chamada a colaborar no trabalho fora de casa e precisa deixar a criança na escola. (Gilda Rizzo – Ed. Pré-Escolar – p.9)

    :: Da obra

     

    IMPORTANTE!!!
     

    :: Leia o texto do começo ao fim, localizando e anotando à margem ou em papel à parte, para fins de fichamentos, os dados acima em negrito.
    :: Utilize quantas fichas forem necessárias.

     

    .: Conceito = "é ", o que significa "consiste em";

    .: Características = o que marca mais em si; Importante = porque, na medida que, visto que...

    .: Objetivos: para que, visa a.., busca a;

    .: Determinantes = é o que determina, o que leva em conta,o que leva em consideração.

     

    1::. Conceito

     

    : Método é o meio que se usa para fazer com que o homem se relacione de forma mais adequada com o mundo natural e com o mundo cultural.

    .: Método de Ensino: ação educativa da transformação consciente e racional, socioeconômica e política da sociedade.

     

    2::. Caracterização do método de ensino

     

    .: Finalidade de atingir um projeto pré-estabelecido - > processo ordenado, uma integração do pensamento e da ação.

    .: Reação (imprescindível exigindo planejamento e replanejamento)

     

    3::. Importância do método

     

    .; Transmissão e assimilação cognitiva de forma coerente;

    .: Organização de acordo com a realidade do educando.

     

    4::. Objetivos do método: Motivar e orientar o educando para assimilação do saber veiculado no processo escolar e na relação com os meios: natural, cultural, socioeconômico, etc.

     

     

     

    Observação: Neste e nos outros exemplos de Fichas os números entre parêteses representam o que está explicado abaixo:

    (1) - Título do trabalho (conforme expresso no item 4.8)

    (2) - Seção primária do trabalho (conforme expresso no item 4.8).

    (3) - Seção secundária e terciária do trabalho (se houver e conforme expresso no item 4.8).

    (4) - Numeração do item a que se refere o fichamento (conforme expresso no item 4.8).

    (5) - Comentários ou anotações do pesquisador sobre a obra registrada.

    5.4.2.2 - Ficha de Resumo ou Conteúdo: é uma síntese das principais idéias contidas na obra. O pesquisador elabora esta síntese com suas próprias palavras, não sendo necessário seguir a estrutura da obra.

    Exemplo:

     

     

    Educação da Mulher: a Perpetuação da Injustiça (1)

    Histórico do Papel da Mulher na Sociedade (2)

    ......................................................................................... (3)

    2. (4)

    TELES, Maria Amélia de Almeida. Breve história do feminismo no Brasil. São Paulo: Brasiliense, 1993. 181 p.(Tudo é História, 145)

    O trabalho da autora baseia-se em análise de textos e na sua própria vivência nos movimentos feministas, como um relato de uma prática.
    A autora divide seu texto em fases históricas compreendidas entre Brasil Colônia (1500-1822), Império (1822-1889), República (1889-1930), Segunda República (1930-1964), Terceira República e o Golpe (1964-1985), o ano de 1968, Ano Internacional da Mulher (1975), além de analisar a influência externa nos movimentos feministas no Brasil. Em cada um desses períodos é lembrado os nomes das mulheres que mais se sobressaíram e suas atuações nas lutas pela libertação da mulher.
    A autora trabalha ainda assuntos como as mulheres da periferia de São Paulo, a participação das mulheres na luta armada, a luta por creches, violência, participação das mulheres na vida sindical e greves, o trabalho rural, saúde, sexualidade e encontros feministas.Depois de suas conclusões onde, entre outros assuntos tratados, faz uma crítica ao pós-feminismo defendido por Camile Paglia, indica alguns livros para leitura.
    (5)

     

     

     

    Observação: Existem dois tipos de resumos:

    a) Informativo: são as informações específicas contidas no documento. Nesta ficha pode-se relatar sobre objetivos, métodos, resultados e conclusões. Sua precisão pode substituir a leitura do documento original.
    b) Indicativo: são descrições gerais do documento, sem entrar em detalhes da obra analisada (o exemplo acima se refere a um resumo indicativo).

    5.4.2.3 - Ficha de Citações: é a reprodução fiel das frases que se pretende usar como citação na redação do trabalho.

    Exemplo:

     

     

    Educação da Mulher: a Perpetuação da Injustiça (1)

    Histórico do Papel da Mulher na Sociedade (2)

    ......................................................................................... (3)

    2. (4)

    TELES, Maria Amélia de Almeida. Breve história do feminismo no Brasil. São Paulo: Brasiliense, 1993. 181 p.(Tudo é História, 145)

    "Uma das primeiras feministas do Brasil, Nísia Floresta Brasileira Augusta, defendeu a abolição da escravatura, ao lado de propostas como a educação e a emancipação da mulher e a instauração da República." (p. 30)


    “Sou neta, sobrinha e irmã de general” (...) “Aqui nesta casa foi fundada a Camde. Meu irmão, Antônio Mendonça Molina, vinha trabalhando há muito tempo no Serviço Secreto do Exército contra os comunistas. Nesse dia, 12 de junho de 1962, eu tinha reunido aqui alguns vizinhos, 22 famílias ao todo. Era parte de um trabalho meu para a paróquia Nossa Senhora da Paz. Nesse dia o vigário disse assim: ‘Mas a coisa está preta. Isso tudo não adianta nada porque a coisa está muito ruim e eu acho que se as mulheres não se meterem, nós estaremos perdidos. A mulher deve ser obediente. Ela é intuitiva, enquanto o homem é objetivo’.” (Amélia Molina Bastos apud Teles, p. 54)


    "Na Justiça brasileira, é comum os assassinos de mulheres serem absolvidos sob a alegação de defesa de honra." (p. 132)
    (5)





    ESTRUTURA DE UM TRABALHO

    - capa (*)

    - folha de rosto

    - dedicatória (*) optativo

    - agradecimentos (*) optativo

    ]- epígrafe (*) optativo

    - sumário

    - texto. introdução

    . desenvolvimento

    . conclusão

    - anexos ou apêndices (*)

    - referências bibliográficas

    - glossário (*)

     

    (*) - Elementos adicionados de acordo com as necessidades (opcionais). O demais elementos são obrigatórios.

    Modelo de estrutura de um trabalho completo:

     

    6.1 - Capa

    Deve conter:

    - Nome do autor (na margem superior)

    - Título do trabalho (mais ou menos centralizado na folha)

    - Instituição onde o trabalho foi executado (na margem inferior)

    - Cidade e ano de conclusão do trabalho (na margem inferior)

    OBS.: A Associação Brasileira de Normas Técnicas não determina a disposição destes dados na folha. Esta distribuição deve ser definida pelo professor ou pela Instituição, para uniformização de seus trabalhos acadêmicos.

     

    6.2 - Folha de Rosto

    Deve conter:

    - As mesmas informações contidas na Capa

    - As informações essenciais da origem do trabalho

     

    Exemplos de informações essenciais sobre a origem do trabalho:

    Trabalho apresentado para avaliação do rendimento escolar na disciplina de Metodologia Científica, do curso de Pedagogia, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, ministrada pelo prof. João da Silva.

    Monografia apresentada como pré-requisito de conclusão do curso de Pedagogia, da Universidade Federal do Espírito Santo, tendo como orientadora a profa Maria da Silva.

    Dissertação de Mestrado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Educação, do Centro Pedagógico, da Universidade Federal do Espírito Santo, como pré-requisito de conclusão do curso de Mestrado em Educação, tendo como orientadora a profa Isa Chiabai.

     

    6.3 - Dedicatória

    - Tem a finalidade de se dedicar o trabalho a alguém, como uma homenagem de gratidão especial. Este item é dispensável.

     

    6.4 - Agradecimento

    - É a revelação de gratidão àqueles que contribuíram na elaboração do trabalho. Também é um item dispensável.

     

    6.5 - Sumário

    - "Enumeração das principais divisões, seções e outras partes de um documento, na mesma ordem em que a matéria nele se sucede" (NBR 6027).

    - O título de cada seção deve ser datilografado com o mesmo tipo de letra em que aparece no corpo do texto.

    - A indicação das páginas localiza-se à direita de cada seção.

     

    6.5.1 - Divisão de um Sumário

    1 - SEÇÃO PRIMÁRIA

    1.1 - SEÇÃO SECUNDÁRIA

    1.1.1 - Seção Terciária

    1.1.1.1. - Seção Quaternária

    1.1.1.1.1 - Seção Quinária

     

    2 - SEÇÃO PRIMÁRIA

    a) alínea ou item

    b) alínea ou item

    c) alínea ou item

    3 - SEÇÃO PRIMÁRIA

    a) I .... Inciso

    II ... Inciso

    b) I .... Inciso

    II ... Inciso

    4 - SEÇÃO PRIMÁRIA

     

    6.6 - Texto

    - É a parte onde todo o trabalho de pesquisa é apresentado e desenvolvido.
    - O texto deve expor um raciocínio lógico, ser bem estruturado, com o uso de uma linguagem simples, clara e objetiva.

     

    6.6.1 - Introdução

    - Na introdução, o tema é apresentado e esclarecido aos leitores as indicações de leitura do trabalho.

     

    6.6.2 - Desenvolvimento do Texto

    - O corpo do trabalho é onde o tema é discutido pelo autor.

    - As hipóteses a serem testadas devem ser claras e objetivas.

    - Devem ser apresentados os objetivos do trabalho.

    - A revisão de literatura deve resumir as obras já trabalhadas sobre o mesmo assunto.
    - Deve-se mencionar a importância do trabalho, justificando sua imperiosa necessidade de se realizar tal empreendimento.

    - Deve ser bem explicada toda a metodologia adotada para se chegar às conclusões.

     

    6.6.3 - Conclusão

    - A conclusão é a parte onde o autor se coloca com liberdade científica, avaliando os resultados obtidos e propondo soluções e aplicações práticas.

     

    6.7 - Anexos ou Apêndices

    - É todo material suplementar de sustentação ao texto (itens do questionário aplicado, roteiro de entrevista ou observação, uma lei discutida no corpo do texto etc.).

     

    6.8 - Referências Bibliográficas

    É o conjunto de indicações que possibilitam a identificação de documentos, publicações, no todo ou em parte. As obras são identificadas na seguinte ordem:

     

    6.8.1 - Livros

    a - Autor (ou coordenador, ou organizador, ou editor) - Escreve-se primeiro o sobrenome paterno do autor, em caixa alta, e, a seguir, o restante do nome, após uma separação por vírgulas.

    b - Título e subtítulo - O título deve ser realçado por negrito, itálico ou sublinhado.
    c - Número da edição (a partir da segunda edição) - Não se usa o sinal de decimal (a).

    d - Local da publicação - É o nome da CIDADE onde a obra foi editada e, após a referência de local deve, ser grafado dois pontos (:). Não se coloca estado ou país.

    e - Editora - Só se coloca o nome da editora. Não se coloca a palavra Editora, Ltda, ou S.A. etc. Por exemplo: da Editora Ática Ltda, colocar-se-ia apenas Ática.

    f - Ano da publicação - É o ano em que a obra foi editada.

    g - Número de volumes (se houver)

    h - Paginação - Quantidade de páginas da obra.

    i - Nome da série, número da publicação na série (entre parênteses)

    Obs.: a) Dois espaços devem separar os diversos campos de uma referência.
    b) A 2a linha e as subseqüentes se iniciam em baixo da 3a letra da 1a linha.
    c) Em obras avulsas são usadas as seguintes abreviaturas:
    org. ou orgs. = organizador (es)

    ed. ou eds. - editor (es)

    coord. ou coords. - coordenador (es)

    Exemplos:

    Autor pessoa física:

    LIMA, Adriana Flávia Santos de Oliveira. Pré-escola e alfabetização: uma proposta baseada

    em Paulo Freire e Jean Piaget. 2 ed. Petrópolis: Vozes, 1986. 228 p.

    JAPIASSU, Hilton F.. O mito da neutralidade científica. Rio de Janeiro: Imago, 1975.


    Até três autores:

    COSTA, Maria Aída B., JACCOUD, Vera, COSTA, Beatriz. MEB: uma história de muitos.

    Petrópolis: Vozes, 1986. 125 p. (Cadernos de Educação Popular, 10).

    LAKATOS, Eva Maria, MARCONI, Marina de Andrade. Metodologia científica. 2 ed, São

    Paulo: Atlas, 1991. 231 p.


    Mais de três autores:

    OLIVEIRA, Armando Serafim et al. Introdução ao pensamento filosófico. 3 ed. São Paulo:

    Loyola, 1985. 211 p.

    RICHARDSON, Roberto Jarry et al. Pesquisa social: métodos e técnicas. São Paulo:

    Atlas, 2 ed., 1989. 287 p.

    Obs.: et al. (et alli) quer dizer e outros em latim.

    Sem nome do autor:

    O pensamento vivo de Nietzsche. São Paulo: Martin Claret, 1991. 110 p.

    Dissertação / Tese:

    BELLO, José Luiz de Paiva. Lauro de Oliveira Lima: um educador brasileiro. Vitória, 1995.

    210 p. Dissertação (Mestrado em Educação) - Programa de Pós-Graduação em Educação – PPGE, Universidade Federal do Espírito Santo, 1995.


    Autor corporativo:

    UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO. Programa de Pós-Graduação em Educação / PPGE-UFES. Avaliação educacional: necessidades e tendências. Vitória, PPGE/UFES, 1984. 143 p.


    Citação de parte de uma obra: O autor do capítulo citado é também autor da obra:

    LIMA, Lauro de Oliveira, Ativação dos processos didáticos na escola secundária. Rio deJaneiro: Forense-Universitária, 1976. cap. 12, p. 213-234 In: A escola secundária moderna: organização, métodos e processos.


    O autor do capítulo citado não é o autor da obra:

    HORTA, José Silvério Baía. Planejamento educacional. In: MENDES, Dumerval
    Trigueiro (org.). Filosofia da Educação Brasileira. Rio de Janeiro: Civilização
    Brasileira, 1991. p. 195-239.

     

    6.8.2 - Artigos de revistas ou jornais

    a - Autor(es) do artigo:

    b - Título do artigo:

    c - Título da revista:

    d - Local da publicação:

    e - Editor:

    f - Indicação do volume:

    g - Indicação do número ou fascículo:

    h - Indicação de página inicial e final do artigo:

    i - Data:

    Exemplos:

    Artigo de um autor:

    BORTOLETTO, Marisa Cintra. O que é ser mãe? A evolução da condição feminina na maternidade através dos tempos. Viver Psicologia, São Paulo, v. I, n. 3, p. 25-27, out. 1992.

    Obs.: No caso de mais de um autor, segue-se a mesma regra das referências dos livros.


    Artigo não assinado (sem nome de autor):

    A ENERGIA dual indígena no mundo dos Aymara (Andes do Peru e Bolívia). Mensageiro,Belém, n. 63, p. 35-37, abr./maio/jun., 1990.

    Obs.: Escreve-se em maiúscula até a primeira palavra significativa do título.


    Artigo de jornal assinado:

    DINIZ, Leila. Leila Diniz, uma mulher solar. Entrevista concedida ao Pasquim. Almanaque Pasquim, Rio de Janeiro, n. especial, p. 10-17, jul. 1982.


    Artigo de jornal não assinado (sem nome de autor):

    MULHERES têm que seguir código rígido. O Globo, Rio de Janeiro, 1 caderno, p. 40, 31 jan. 1993.

    Obs: A referência de mês é reduzida a apenas três letras e um ponto. O mês de janeiro ficaria sendo jan., o de fevereiro fev. etc., com exceção do mês de maio que se escreve com todas as letras (maio) e sem o ponto. (veja o exemplo em artigo não assinado).


    6.8.3 - Publicações Periódicas


    Coleções inteiras:

    EDUCAÇÃO E CIÊNCIAS SOCIAIS. São Paulo: Centro Brasileiro de Pesquisas Educacionais,

    1956-

    Obs.: Todas as revistas sob este título foram consultadas.


    Somente uma parte de uma coleção:

    FÓRUM EDUCACIONAL. Teorias da aprendizagem. Rio de janeiro: Fundação Getúlio Vargas, v.13, n.1/2, fev./maio 1989.

    Obs.: Esta citação indica que a revista inteira foi consultada.


    Decretos-Leis, Portarias etc.:

    BRASIL. Decreto 93.935, de 15 de janeiro de 1987. Promulga a convenção sobre conservação dos recursos vivos marinhos antárticos. Diário Oficial (da República Federativa do Brasil),Brasília, v. 125, n. 9, p. 793-799, 16 de jan. 1987. Seção 1, pt. 1.


    Pareceres, Resoluções etc:

    CONSELHO FEDERAL DE EDUCAÇÃO. Parecer n. 1.406 de 5 out. 1979. Consulta sobre o plano de aperfeiçoamento médico a cargo do Hospital dos Servidores de São Paulo. Relator: Antônio Paes de Carvalho. Documenta, n. 227, p. 217-220, out. 1979.


    Trabalho publicado em anais de congresso e outros eventos:

    CHAVES, Antônio. Publicação, reprodução, execução: direitos autorais. In: Congresso Brasileiro de Publicações, 1., São Paulo, 5 a 10 de jul. 1981.Anais do I Congresso de Publicações. São Paulo: FEBAP, 1981. p. 11-29.


    Anais de congresso no todo:

    SEMINÁRIO DO PROJETO EDUCAÇÃO, 5., 24 out. 1996, Rio de Janeiro. Anais do V Seminário do Projeto Educação. Rio de Janeiro: Forum de Ciência e Cultura-UFRJ, 1996.


    6.8.4 - Obras de Referência

    Dicionário:

    Educação. In: FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. Minidicionário da língua portuguesa. 2 ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1988. p. 185.


    Enciclopédia:

    Divórcio. In: Enciclopédia Saraiva de Direito. São Paulo: Saraiva, 1977. v. 29, p. 107-162.


    Anuário:

    Matrícula nos cursos de graduação em universidades e estabelecimentos isolados, por áreas de ensino, segundo as universidades da Federação - 1978-80. In: Fundação Instituto Brasileiro

    de Geografia e Estatística. Anuário estatístico do Brasil. Rio de Janeiro, 1982. Seção 2, cap. 17, p. 230: Ensino.



    6.9 - Glossário

    - É a explicação dos termos técnicos, verbetes ou expressões que constem do texto. Sua colocação é opcional.


    6.10 - Capa

    - Serve para proteger a última folha do trabalho, é opcional e permanece em branco.

     


    7.1 – Citações

     - Quando se quer transcrever o que um autor escreveu.

    7.1.1 - Citação Direta

    a) - Citação Direta Curta (com menos de 3 linhas ou menos de 30 palavras) - Deve ser feita na continuação do texto, entre aspas.

    Ex.:

    Maria Ortiz, moradora da Ladeira do Pelourinho, em Salvador, que de sua janela jogou água fervendo nos invasores holandeses, incentivando os homens a continuarem a luta. Detalhe pitoresco é que na hora do almoço, enquanto os maridos comiam, as mulheres lutavam em seu lugar. Este fato levou os europeus a acreditarem que "o baiano ao meio dia vira mulher" (MOTT, 1988: 13).

    Obs.: MOTT - autor que faz a citação.

    1988 - o ano de publicação da obra deste autor na bibliografia.
    13 - refere-se ao número da página onde o autor fez a citação.

    b) - Citação Direta Longa (com mais de 3 linhas ou mais de 30 palavras) - As margens são recuadas à direita, (4cm em espaço um (1 ou simples).

    Ex.:

    Além disso, a qualidade do ensino fornecido era duvidosa, uma vez que as mulheres que o ministravam não estavam preparadas para exercer tal função.

    "A maior dificuldade de aplicação da lei de 1827 residiu no provimento dascadeiras das escolas femininas. Não obstante sobressaírem as mulheres no ensino das prendas domésticas, as poucas que se apresentavam para reger uma classe dominavam tão mal aquilo que deveriam ensinar que não logravam êxito em transmitir seus exíguos conhecimentos. Se os próprios homens, aos quais o acesso à instrução era muito mais fácil, se revelavam incapazes de ministrar o ensino de primeiras letras, lastimável era o nível do ensino nas escolas femininas, cujas mestras estiveram sempre mais ou menos marginalizadas do saber" (Saffioti, 1976, p. 193).

     

    7.1.2 - Citação de Citação

    - É a citação feita por outro pesquisador.

    Ex.:

    O Imperador Napoleão Bonaparte dizia que "as mulheres nada mais são do que máquinas de fazer filhos" (BONAPARTE apud LOI, 1988: 35).

    Obs.: apud = citado por.

    7.1.3 - Citação Indireta

    - É a citação que sofre uma interpretação por parte do autor.

    Ex.:

    Somente em 15 de outubro de 1827, depois de longa luta, foi concedido às mulheres o direito à educação primária, mas mesmo assim, o ensino da aritmética nas escolas de meninas ficou restrito às quatro operações. Note-se que o ensino da geometria era limitado às escolas de meninos,


    7.2 - Localização das Citações

    a) No texto

    - A citação vem logo após o texto, conforme nos exemplos acima.

    b) Em nota de rodapé

    - No rodapé da página onde aparece a citação. Neste caso coloca-se um número ou um asterisco sobrescrito que deverá ser repetido no rodapé da página.

    c) no final de cada parte ou capítulo

    - As citações aparecem em forma de notas no final do capítulo. Devem ser numeradas em ordem crescente.

    d) No final do trabalho

    - Todas as citações aparecem no final do trabalho listadas em ordem numérica crescente, no todo ou por capítulo.


    7.3 - Paginação

    - Existem dois níveis para numeração das páginas:

    Antes do Sumário:

    - Antes do Sumário conta-se a partir da Folha de Rosto, mas não são enumerados.

     Isto é,
    - São contadas na numeração, mas não recebem números a folha de rosto, a primeira página do texto (página 1) e as páginas que iniciam um capítulo.

    Depois do Sumário:

    - As páginas são numeradas em algarismos arábicos, colocados no canto superior direito, a um espaço duplo acima da primeira linha.
    - A numeração em algarismos arábicos inicia-se a partir do Sumário (página 1).
    - São contadas na numeração, mas não recebem números a folha de rosto, a primeira página do texto e as páginas que iniciam um capítulo.

     


    7.4 - Formato

    - Não há uma determinação quanto ao formato do texto na página. No entanto é usual as seguintes características:

    1 - Papel formato A-4 (210 X 297 mm) - branco

    2 - Margens de:

    3,0 cm na parte superior

    3,0 cm na inferior

    3,0 cm no lado esquerdo

    2,0 cm no lado direito

    ou de acordo com o exigido pela Instituição, podendo ser

    3,0 cm na parte superior

    2,0 cm na inferior

    3,0 cm no lado esquerdo

    2,0 cm no lado direito

     

    3 - Corpo da letra: 12

    4 - Tipo da letra: Times News Roman (em computador) ou Ariel, fonte 12

    5 - Espaço entrelinhas: 1,5 ou 2 (duplo)

    Obs: Não esquecer que o espaço entrelinhas em uma citação longa (mais de cinco linhas) deve ter espaço entrelinhas simples.


     


    9.1- Palavras utilizadas em pesquisa

    Agradecimento: É a manifestação de gratidão do autor da pesquisa às pessoas que colaboraram no seu trabalho. Deve ter a característica de ser curto e objetivo.

    Amostra: É uma parcela significativa do universo pesquisado ou de coleta de dados.

    Análise: É o trabalho de avaliação dos dados recolhidos. Sem ela não há relatório de pesquisa.

    Anexo: É uma parte opcional de um relatório de pesquisa. Nele deve constar o material que contribui para melhor esclarecer o texto do relatório de pesquisa.

    Apêndice: O mesmo que Anexo.

    Bibliografia: É a lista de obras utilizadas ou sugeridas pelo autor do trabalho de pesquisa.

    Capa: Serve para proteger o trabalho e dela deve constar o nome do autor, o título do trabalho e a instituição onde a pesquisa foi realizada.

    Capítulo: É uma das partes da divisão do relatório de pesquisa. Lembrando que o primeiro capítulo será a Introdução e o último as Conclusões do autor. Entre eles o texto da pesquisa.

    Ciência: É um conjunto organizado de conhecimentos relativos a um determinado objeto conquistados através de métodos próprios de coleta de informação.

    Citação: É quando se transcreve ou se refere o que um outro autor escreveu.

    Coleta de Dados: É a fase da pesquisa em que se reúnem dados através de técnicas específicas.

    Conclusão: É a parte final do trabalho onde o autor se coloca com liberdade científica, avaliando os resultados obtidos, propondo soluções e aplicações práticas.

    Conhecimento Científico: É o conhecimento racional, sistemático, exato e verificável da realidade. Sua origem está nos procedimentos de verificação baseados na metodologia científica. Podemos então dizer que o Conhecimento Científico:

    - "É racional e objetivo.

    - Atém-se aos fatos.

    - Transcende aos fatos.

    - É analítico.

    - Requer exatidão e clareza.

    - É comunicável.

    - É verificável.

    - Depende de investigação metódica.

    - Busca e aplica leis.

    - É explicativo.

    - Pode fazer predições.

    - É aberto.

    - É útil" (Galliano, 1979: 24-30).

    Conhecimento Empírico (ou conhecimento vulgar): É o conhecimento obtido ao acaso, após inúmeras tentativas, ou seja, o conhecimento adquirido através de ações não planejadas, ou através do convívio social.

    Conhecimento Filosófico: É fruto do raciocínio e da reflexão humana. É o conhecimento especulativo sobre fenômenos, gerando conceitos subjetivos. Busca dar sentido aos fenômenos gerais do universo, ultrapassando os limites formais da ciência.

    Conhecimento Científico: É todo aquele conhecimento comprovado através de experiências ao longo dos anos, estudos e pesquisas. São conhecimentos indiscutíveis que merecem o reconhecimento absoluto.

    Conhecimento Teológico: Conhecimento revelado pela fé divina ou crença religiosa. Não pode, por sua origem, ser confirmado ou negado. Depende da formação moral e das crenças de cada indivíduo.

    Corpo do Texto: É o desenvolvimento do tema pesquisado, dividido em partes, capítulos ou itens, excluindo-se a Introdução e a Conclusão.

    Dedicatória: Parte opcional que abre o trabalho homenageando afetivamente algum indivíduo, grupos de pessoas ou outras instâncias.

    Dedução: Conclusão baseada em algumas proposições ou resultados de experiências.

    Dissertação: É um trabalho de pesquisa, com aprofundamento superior a uma monografia, para obtenção do grau de Mestre, por exigência do Parecer 977/65 do então Conselho Federal de Educação.

    Entrevista: É um instrumento de pesquisa utilizado na fase de coleta de dados.

    Experimento: Situação provocada com o objetivo de observar a reação de determinado fenômeno.

    Fichamento: São as anotações de coletas de dados registradas em fichas para posterior consulta.

    Folha de Rosto: É a folha seguinte a capa e deve conter as mesmas informações contidas na Capa e as informações essenciais da origem do trabalho.

    Glossário: São as palavras de uso restrito ao trabalho de pesquisa ou pouco conhecidas pelo virtual leitor, acompanhadas de definição.

    Gráfico: É a representação gráfica das escalas quantitativas recolhidas durante o trabalho de pesquisa.

    Hipótese: É a suposição de uma resposta para o problema formulado em realção ao tema. A Hipótese pode ser confirmada ou negada.

    Índice (ou Índice Remissivo): É uma lista que pode ser de assuntos, de nomes de pessoas citadas, com a indicação da(s) página(s) no texto onde aparecem. Alguns autores referem-se a Índice como o mesmo que Sumário.

    Indução: "Processo mental por intermédio do qual, partindo de dados particulares, suficientemente constatados, infere-se uma verdade geral ou universal, não contida nas partes examinadas" (Lakatos, Marconi, 1991: 47).

    Instrumento de Pesquisa: Material utilizado pelo pesquisador para colher dados para a pesquisa.

    Introdução: É o primeiro capítulo de um relatório de pesquisa, onde o pesquisador irá apresentar, em linhas gerais, o que o leitor encontrará no corpo do texto. Por isso, apesar do nome Introdução, é a última parte a ser escrita pelo autor.

    Latu Sensu:  Em sentido amplo Diz-se dos trabalhos realizados em monografias que são bastante amplos, com temas gerais e amplos. (termo usado para trabalhos de Especialização, oferecidos por Instituições reconhecidas pelo MEC e ter carga horária de 360h). Em linhas gerais são saberes adquiridos pelas gerações como fruto de experiências culturais individuais e coletivas.

    Método: A palavra método deriva do grego e quer dizer caminho. Método então, no nosso caso, é a ordenação de um conjunto de etapas a serem cumprias no estudo de uma ciência, na busca de uma verdade ou para se chegar a um determinado fim.

    Metodologia: "Methodo" significa caminho; "logia" significa estudo. É o estudo dos caminhos a serem seguidos para se fazer ciência.

    Monografia: "Mono" significa um, "grafia" significa escrita, ou seja, escrito por um. É um estudo científico, com tratamento escrito individual, de um tema bem determinado e limitado, que venha contribuir com relevância à ciência.

    Pesquisa: É a ação metódica para se buscar uma resposta; busca; investigação.

    Premissas: São proposições que vão servir de base para uma conclusão.

    Problema: É o marco referencial inicial de uma pesquisa. É a dúvida inicial que lança o pesquisador ao seu trabalho de pesquisa.

    Resenha: É uma descrição minuciosa de um livro, de um capítulo de um livro ou de parte deste livro, de um artigo, de uma apostila ou qualquer outro documento.

    Stritu Sensu: Em sentido restrito. Diz-se dos trabalhos realizados em Cursos de Mestrado ou Doutorado que tem uma relação estabelecida entre um sujeito cognoscente e um objeto de conhecimento. Cursos oferecidos por Instituições reconhecidas pelo MEC e tem carga horária de 360h ou superior. 

    Técnica: É a forma mais segura e ágil para se cumprir algum tipo de atividade, utilizando-se de um instrumental apropriado.

    Teoria: "É um conjunto de princípios e definições que servem para dar organização lógica a aspectos selecionados da realidade empírica. As proposições de uma teoria são consideradas leis se já foram suficientemente comprovadas e hipóteses se constituem ainda problema de investigação" (Goldenberg, 1998: 106-107)

    Tese: É um trabalho semelhante a Dissertação, distinguindo-se pela efetiva contribuição na solução de problemas, e para o avanço científico na área em que o tema for tratado.

    Tese  - A tese de doutorado é considerada o tipo representativo do trabalho científico monográfico. Trata-se da abordagem de um único tema, que exige pesquisa própria da área científica em que se situa, com os instrumentos metodológicos específicos. Essa pesquisa pode ser teórica, de campo, documental, experimental, histórica ou filosófica, mas sempre versando sobre um tema único, especifico, delimitado e restrito. (...) Além disso, exige-se da tese de doutorado contribuição suficientemente original a respeito do tema pesquisado. Ela deve representar um progresso para a área científica em que se situa. (Severino, 2000:150-151)
     

    Tópico: É a subdivisão do assunto ou do tema.

    Universo: É o conjunto de fenômenos a serem trabalhados, definido como critério global da pesquisa.


    9.2- Palavras ou expressões latinas utilizadas em pesquisa
    apud: Significa "citado por". Nas citações é utilizada para informar que o que foi transcrito de uma obra de um determinado autor na verdade pertence a um outro.


    Ex.: (Napoleão apud Loi) ou seja, Napoleão "citado por" Loi
    et al. (et alli): Significa "e outros". Utilizado quando a obra foi executada por muitos autores.

    Ex.: Numa obra escrita por Helena Schirm, Maria Cecília Rubinger de Ottoni e Rosana Velloso Montanari escreve-se: SCHIRM, Helena et al. ibid ou ibdem: Significa "na mesma obra".


    idem ou id: Significa "igual a anterior".


    In: Significa "em".


    ipsis litteris: Significa "pelas mesmas letras", "literalmente". Utiliza-se para expressar que o texto foi transcrito com fidelidade, mesmo que possa parecer estranho ou esteja reconhecidamente escrita com erros de linguagem.


    ipsis verbis: Significa "pelas mesmas palavras", "textualmente". Utiliza-se da mesma forma que ipsis litteris ou sic.


    opus citatum ou op.cit.: Significa "obra citada"


    passim: Significa "aqui e ali". É utilizada quando a citação se repete em mais de um trecho da obra.


    sic: Significa "assim". Utiliza-se da mesma forma que ipsis litteris ou ipsis verbis.


    supra: Significa "acima", referindo-se a nota imediatamente anterior.

    COMO FAZER PAPER

    13/03/2007  

    PAPER Definições Para a ABNT (1989) paper é um pequeno artigo científico, elaborado sobre determinado tema ou resultados de um projeto de pesquisa para comunicações em congressos e reuniões científicas, sujeitos à sua aceitação por julgamento. Os propósitos de um paper são quase sempre os de formar um problema, estudá-lo, adequar hipóteses, cotejar dados, prover uma metodologia própria e, finalmente, concluir ou eventualmente recomendar. O paper é intrinsecamente técnico, podendo envolver fórmulas, gráficos, citações e pés de página, anexos, adendos e referências. Num paper a opinião do autor é velada e tem a aparência imparcial e distante, não deixando transparecer tão claramente as crenças e as preferencias do escritor. Para Carmo-Neto (1996) os dados de um paper são geralmente experimentais, mensuráveis objetivamente; mesmos os mais intuitivos ou hipotéticos sempre imprimem um certo pendor científico, e quase sempre são formados a partir de uma metodologia própria para aquele fim. Estrutura Um paper deve conter os seguintes elementos: * Título; * Nome completo do(s) autor(es); * Resumo e/ou Abstract; * Introdução; * Revisão da Literatura; * Metodologia; * Desenvolvimento; * Resultados; * Discussão dos Resultados; * Conclusão; * Anexos e/ou Apêndices; * Bibliografia. Embora um paper apresente número de páginas variado, de 15 a 20 páginas é o tamanho aceitável.

    Técnicas de Resumo

    "resumo de textos ou síntese de textos é diferente de resumo técnico-científico (SEVERINO, 2000:172, item 5.1.)"

    Conceito :: Resumo ou síntese de textos: "...é um trabalho didático comumente exigido em escolas superiores - seja de toda uma obra ou de um único capítulo. É que se faz, muitas vezes, quando do fichamento de livros. Não se trata propriamente de um trabalho de elaboração, mas de um exercício de leitura que nem por isso deixa de ter enorme utilidade didática.

     

    O resumo do texto é, na realidade, uma síntese das idéias e não das palavras do texto. Não se trata de uma "miniaturização". Resumindo um texto com as próprias palavras, o estudante mantém-se fiel às idéias do autor.

     

    O resumo é feito em diferentes níveis de profundidade, conforme o objetivo a que se propõe.  É feito a partir da análise temática, como já se adiantou.

     

    TIPOS DE RESUMO

    Indicativo ou descritivo

    Informativo ou analítico

    Crítico

    .:  descreve os principais

      tópicos do texto original

    .: não dispensa a leitura

      do texto original

    .: até 20 linhas

    .: reduz o texo a 1/3 ou a 1/4 do texto original

    .: não usa figuras, nem citações nem exemplos

    .: sem opiniões pessoais do autor do resumo

    .: também reduz o texto original a   1/3 ou 1/4 do tamanho iinicial

    .: idéias fundamentais mantidas

    .: permite comentários e opiniões do autor do resumo

     

    Resumo técnico: É um resumo do que será  apresentado no trabalho de pesquisa sem que seja revelado o seu final. A utilidade do resumo técnico está em despertar o leitor para o conteúdo que vem a seguir. Pode ser considerado também como um enredo da obra. Em artigo, normalmente, esse tipo de resumo vai para o final, dependendo do orientador ou do tipo de Norma (ABNT, APA ou VANCOUVER). O tamanho desse resumo equivale a cerca de 250 palavras.

     

    NBR 6.028

    Extensão recomendada

    Evita-se:

    .: usar páragrafos

    .: citações descrições ou explicações detalhadas

    .: expressões como: "o autor trata", "no texto do autor", "o artigo trata" e similares.

    .: figuras, gráficos, tabelas, fórmulas, equações e diagramas

    .: Monografias e artigos - até 250 palavras

    .: notas e comunicados breves - até 100 palavras

    .: relatórios e teses - até 500 palavras

     

    Abstract: O resumo técnico também serve para orientar pesquisadores estrangeiros. Por isso, junto com a língua portuguesa vem o mesmo resumo em língua estrangeira. A mais usada é a inglesa - é o abstract

     

    Summary: é o resumo da obra toda, apresentando inclusive a conclusão.

    Resumo Expandido: Um resumo expandido não é simplesmente um longo resumo. O resumo expandido deve incluir referências, comparações com trabalhos relacionados e outros detalhes esperados em um documento científico, mas não em um resumo. Um resumo expandido é um documento de pesquisa, cujas idéias e significância possam ser entendidas em menos de uma hora de leitura. Escrever um resumo expandido pode ser mais trabalhoso que um paper completo.

    Alguns assuntos que podem ser omitidos em um resumo expandido são, por exemplo, detalhes muito específicos de ensaios, descrições de futuros trabalhos, informações institucionais que não sejam relevantes à pesquisa, dentre outros.

    .: A Avaliação dos Resumos: Em primeiro lugar será verificado se existe algum erro técnico no trabalho, o que não costuma acontecer. Na continuação, será avaliada a importância do trabalho em termos de inovação, no que diz respeito a trabalhos anteriores dos mesmos autores ou de outros do setor. O resumo deve oferecer uma clara descrição das vantagens seja do estudo realizado ou da técnica aplicada sobre os métodos atualmente usados, sendo importante a citação de trabalhos relevantes da mesma área de pesquisa. O resumo apresentado não deve se prender em detalhes, quando se tratar de uma aplicação muito específica, mas sim mostrar claramente a contribuição da pesquisa para o setor. O trabalho deve ser compreensível inclusive por pessoas que não sejam especialistas da área.

    O limite de cinco páginas poderá ser excedido quando o uso de mais figuras, mapas ou tabelas for necessário à compreensão do trabalho. Porém, os comitês julgarão essa necessidade. Também poderão ser utilizados anexos que ultrapassem o limite do número de páginas, quando esses contiverem informações básicas referentes à área de pesquisa, essenciais à compreensão do resumo.

    Fontes de referências:

     

    .:: ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas. Normatização da documentação no Brasil; (PNB-66), Rio de Janeiro, IBBD. Texto oficial a respeito da padronização das normas técnicas para elaboração de trabalhos científicos. Fornece diretrizes e modelos para a bibliografia e documentação dos escirtos científicos.

    .:: SEVERINO, Antonio Joaquim. Metodologia do trabalho científico, 21a. ed. rev., São Paulo: Cortez, 2000.

     

    Técnicas de Resenha

    . Conceito - A resenha consite em leitura, estudo, resumo, crítica e formulação de um conceito de valor sobre o trabalho que está sendo analisado. É um tipo de resumo crítico, porém, mais abrangente, pois permite comentários e opiniões e inclui julgamento de valor. (SILVA, 2003:94)

     

    . Roteiro básico para elaboração de uma resenha

     

    1. Referência bibliográficas do texto a ser trabalhado;

    2. Credenciais do autor: informações gerais sobre a formação e a

        experiência do mesmo no assunto;

    3. Resumo da obra (digesto): resumo das principais idéias contidas no texto e

       de que trata a obra. Caracterísitcas especiais se for o caso, como foi abordado

       o tema e se exige outros conhecimentos;

    4. Conclusão do autor: existe conclusão ou não? Onde está? Quais foram

        as conclusões?

    5. Crítica do resenhista: análise e julgamento da obra. Qual a contribuição da

        obra? As idéias são originais? Estilo.

    Artigo: Geralmente se trata de uma dissertação sobre um tópico e pode ser crítico ou não. Uma redação com coerência que aborda dados sobre assuntos e que traz informações questionativas, explicativas e esclarecedoras sobre o tema.

    Dissertação de Mestrado - A Dissertação de Mestrado trata-se da comunicação dos resultados de uma pesquisa e de uma reflexão, cujo tema deve ser único e delimitado, seguindo as diretrizes de doutoramento, contribuindo da mesma forma com o progresso e desenvolvimento da ciência em questão.
    É difícil eliminar da dissertação o seu caráter demonstrativo, atendo-se a uma proposição do assunto: uma hipótese deve ser levantada e demonstrada. Afinal, o objetivo da pesquisa é fundamentalmente a análise e interpretação do material coletado (...).

     

    Ensaio teórico - O Ensaio Teórico consiste em exposição lógica e reflexiva e em argumentação, rigorosa com alto nível de interpretação e julgamento pessoal. No ensaio há maior liberdade por parte do autor, no sentido de defender determinada posição sem que tenha que se apoiar no rigoroso e objetivo aparato de documentação empírica e bibliográfica, como acontece nos tipos de trabalhos anteriormente conceituados.
     

    O ensaio não dispensa o rigor lógico e coerência de argumentação e por isso mesmo exige grande informação cultural e muita maturidade intelectual. Daí muitos pensadores preferirem esta forma de trabalho para expor suas idéias científicas ou filosóficas.

     

    P.S. Escolha seu tema com carinho. Um TCC bem feito pode servir como porta de entrada na sua carreira fazendo parte do seu currículo. Muitas empresas aceitam o TCC como uma referência positiva do profissional. Para quem quer seguir carreira, é uma excelente oportunidade de mostrar o seu potencial.

     

    As normas de apresentação desses trabalhos podem ser encontradas nas referências fontes úteis ou em qualquer outra obra similar de sua preferência

     

    TCC. Trabalho de Conclusão de Curso. Trata-se de uma pesquisa a respeito de um assunto da área disciplinar do acadêmico que possa servir de referência para fechamento de seu curso. Um trabalho que ofereça elementos comprobatórios que respalde sua estada naquele curso.

     

     

    Qual é a abreviação de "Mestre"?

    A abreviatura para "Mestre" é "Me.".
    "Msc." ou "Ms." são usadas no Inglês, onde representam "Master of Science".
    Usá-lás aqui é o mesmo que um doutor, em vez de usar "Dr.", usar "PhD.".
    * Referência: Revista Integração, Ano XXXIII - Nº 90 Novembro 2004, pág 38.
     

    O que quer dizer PhD?

    PhD: abreviação originária do latim Philosophiæ Doctor, que significa, em linguagem de hoje, Doutorado, curso de pós- graduação que se faz após o Mestrado (Master).

    Última atualização: 8 de setembro de 2011.